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A Escolha de Pedro: O Preço da Traição

Capítulo 3 

Palavras: 523    |    Lançado em: 08/07/2025

e qualquer grito. O Pedro olhou para mim, os s

Eva, nós acabámos de perder um filh

palavra a sair firme e clara. "O nosso bebé era a única coi

-se da cadeira. "Nós amamo-nos! Estamos a passar por um momento t

voz. "Onde estavas tu quando eu precisava de apoio? Onde estavas qua

quei isso! Foi

nte a quebrar-se. As lágrimas corriam livremente agora. "Mas tu não a

belo, um gesto de frustraç

oada e a dizer coisas que não sentes. Vamos

as da mão. "A minha decisão está tomada. Quando eu sair daqui, vou para

e novamente. Desta vez, era o meu sogro, João Al

ra o Pedro, sentind

ssos gritos ouvem-se no corredor. Eva, a

a autoritária

pai, o seu rosto uma mis

pai. Ela está a culpar

io para mim. Não havia compaixão

soas não desistem só porque as coisas ficam difíceis. O Pedr

to morreu por causa deste 'erro'. E não, o que importa não é qu

meu sogro

criar problemas, devias estar a pensar em como a

dor fosse uma inconveniência, um drama des

" disse eu, a minha

q

e, saia.

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A Escolha de Pedro: O Preço da Traição
A Escolha de Pedro: O Preço da Traição
“Quando abri os olhos no hospital, ainda atordoada pelo acidente, a enfermeira disse que Pedro, o meu marido, vinha a caminho. O nome dele soava estranho na minha boca, vazio, enquanto uma dor excruciante no meu ventre anunciava o meu pior medo. O nosso bebé, a esperança dos últimos três anos, tinha-se ido. De repente, a voz dele ao telefone, apressada, ansiosa. "Onde estavas, Pedro?" perguntei, a minha voz rouca. Ele hesitou, depois murmurou sobre Sofia, a ex-namorada: "O carro dela avariou no meio da autoestrada, Eva. Tu sabes como ela é." Enquanto eu sangrava e perdia o nosso filho, ele estava com ela? Lembrei-me do som do metal a torcer e do grito da minha mãe, que estava inconsciente ao meu lado. E ele escolheu ir ter com a Sofia. "Não é justo, Eva! Eu não sabia que era tão grave!" defendeu-se ele depois, na minha cara. Os seus olhos, antes cheios de súplicas, agora mostravam impotência e algum ressentimento... Ressentimento por eu o ter exposto? "Pedro, eu quero o divórcio," disse eu, as minhas palavras mais frias que a sala de operações onde o nosso filho morreu. Mas a porta abriu-se de novo, e o meu sogro, João Almeida, um homem que nunca me aprovou, entrou, a sua cara uma máscara de desaprovação. Ele chamou-me histérica, disse que eu estava a envergonhar a família, que o Pedro "cometeu um erro". Erro? O meu filho morreu por causa deste "erro"! Senti um fogo crescer dentro de mim. Toda a dor e traição cristalizaram-se. Ele queria destruir-me? Ia ter uma guerra. Levanta-te, Eva. É hora de lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10