Alanna Du bois
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Livros e Histórias de Alanna Du bois
A Herdeira Sombria E Sua Vingança
Moderno Eu era a herdeira da Agrosul, mas vivia como uma sombra ao lado do meu noivo, Ricardo. Ele, o CEO, me pedia para ser discreta, para não "atrapalhar" sua imagem.
Em um evento de caridade, a humilhação foi pública. Ele posou para as câmeras como uma "família perfeita" ao lado da minha prima, Carina, e do filho dela.
A noite se tornou um pesadelo quando o filho de Carina agrediu meu irmão vulnerável, Álvaro, que acabou no hospital com costelas quebradas.
Ricardo, em vez de defender Álvaro, defendeu o menino.
"Não seja tão dramática, Heloísa. Crianças brigam", ele disse com desprezo, antes de me empurrar no chão na frente de todos.
Fui chamada de louca e histérica enquanto o sangue escorria pelo meu rosto, e todos ao redor filmavam minha desgraça.
O que ele não sabia era que eu era a verdadeira presidente da Agrosul. E enquanto ele ria, meu advogado entrou no salão com os papéis que iriam tirar tudo dele: o cargo, o dinheiro e a dignidade. A vingança estava apenas começando. A Escolha de Pedro: O Preço da Traição
Moderno Quando abri os olhos no hospital, ainda atordoada pelo acidente, a enfermeira disse que Pedro, o meu marido, vinha a caminho.
O nome dele soava estranho na minha boca, vazio, enquanto uma dor excruciante no meu ventre anunciava o meu pior medo.
O nosso bebé, a esperança dos últimos três anos, tinha-se ido.
De repente, a voz dele ao telefone, apressada, ansiosa.
"Onde estavas, Pedro?" perguntei, a minha voz rouca.
Ele hesitou, depois murmurou sobre Sofia, a ex-namorada: "O carro dela avariou no meio da autoestrada, Eva. Tu sabes como ela é."
Enquanto eu sangrava e perdia o nosso filho, ele estava com ela?
Lembrei-me do som do metal a torcer e do grito da minha mãe, que estava inconsciente ao meu lado.
E ele escolheu ir ter com a Sofia.
"Não é justo, Eva! Eu não sabia que era tão grave!" defendeu-se ele depois, na minha cara.
Os seus olhos, antes cheios de súplicas, agora mostravam impotência e algum ressentimento... Ressentimento por eu o ter exposto?
"Pedro, eu quero o divórcio," disse eu, as minhas palavras mais frias que a sala de operações onde o nosso filho morreu.
Mas a porta abriu-se de novo, e o meu sogro, João Almeida, um homem que nunca me aprovou, entrou, a sua cara uma máscara de desaprovação.
Ele chamou-me histérica, disse que eu estava a envergonhar a família, que o Pedro "cometeu um erro".
Erro? O meu filho morreu por causa deste "erro"!
Senti um fogo crescer dentro de mim. Toda a dor e traição cristalizaram-se.
Ele queria destruir-me? Ia ter uma guerra.
Levanta-te, Eva. É hora de lutar. A Mulher Que Não Tinha Nada a Perder
Moderno Acordei com o familiar zumbido do ar-condicionado do dormitório, uma dor fantasma me consumindo.
A data no celular era uma semana antes da apresentação do projeto; uma semana antes de tudo desmoronar.
Lucas, meu namorado, e Patrícia, minha melhor amiga, vieram com café, sorrindo e transbordando um carinho que, agora, só me causava repulsa.
Eles roubaram meu futuro. Roubaram meu projeto de purificação de água, me acusando de plágio e me jogando na humilhação pública.
Fui expulsa da universidade, meu nome virou lama. Meus pais perderam tudo por causa da família poderosa de Patrícia.
Eu caí em desespero, sem ver saída, até aquela noite chuvosa na ponte.
Dei um passo para o vazio, e então… recobrei a consciência.
De volta ao dormitório, a uma semana antes do inferno.
O café em suas mãos parecia veneno, o sorriso de Lucas, a máscara de um demônio.
Eu era a mesma garota ingênua e confiante. Mas eles estavam errados.
A garota que eles conheciam morreu naquela ponte.
A mulher que renasceu em seu lugar não tinha nada a perder.
E ela usaria cada grama de sua inteligência para que Lucas e Patrícia pagassem pelo que fizeram.
"Obrigada pelo café, pessoal" , eu disse, com uma calma assustadora.
O jogo havia acabado de começar.
E, desta vez, as regras eram minhas. Silêncio Ensurtdecedor: Onde Estavas, Marido?
Romance O funeral do meu pai acabou.
Três dias se passaram e o meu marido, Diogo, ainda não apareceu.
Ligo para ele, mas a chamada vai para a caixa postal.
Envio mensagem. Apenas um tique cinzento.
Estou em casa, sozinha, com o cheiro a flores velhas e a ausência dele.
Não. Ele não estava "ocupado".
Ele estava com a ex-namorada dele, Bia.
O pai dela morreu no mesmo acidente que o meu, um acidente que a família do Diogo insiste em culpar o meu pai.
"O Diogo está com a Bia?" , a minha voz quase não sai.
"Claro" , responde a Sofia, minha cunhada, sem me olhar.
"Ela precisa dele. O pai dela morreu por causa do teu pai!"
As palavras da minha sogra, Dona Elvira, eram veneno puro.
"Não sejas dramática, Clara. O teu pai já morreu. Não adianta chorar."
A casa transformou-se num campo de batalha onde eu era a inimiga.
Diogo não só me abandona no meu luto, como me vê chamando-a de "egoísta" e desliga.
Depois, vejo a foto.
Bia abraçada ao Diogo, ele beija-lhe a testa.
A legenda: "Obrigada por estares aqui comigo no pior momento da minha vida, Di. Não sei o que faria sem ti. ❤️"
Sinto o estômago a revirar. Vomito a bílis amarga.
Estou pálida, com olheiras. Um fantasma.
Ele não atende as minhas chamadas, mas está ativo nas redes sociais.
A decisão forma-se na minha mente, clara e fria.
Pego no telemóvel e envio uma mensagem ao Diogo.
"Vamos divorciar-nos."
Saio de casa com a minha mala e sem olhar para trás.
Este não é o fim da minha história. É apenas o começo. Adeus, Leo: Minha Vida Começa Agora
Moderno Quando recebi a chamada do hospital, estava a regar orquídeas até a minha mão tremer e o regador partir-se.
O meu pai, Miguel Costa, teve um ataque cardíaco grave e precisava de uma cirurgia de emergência de 50.000 euros.
Vinte mil euros de depósito. Agora.
Liguei para o meu marido, Leo.
Ele estava numa festa. A festa de aniversário dos seus pais.
"Eva, isso é muito dinheiro. Não posso simplesmente transferir essa quantia. A mãe ficaria furiosa."
Ouvi risos, música alta. Ouvi a voz da Clara, a ex-namorada dele.
Implorei, "É a vida do meu pai, Leo!"
Ele desligou.
Minutos depois, vi a história da irmã dele no Instagram: Leo e Clara, lado a lado, ela com a mão no braço dele. A minha sogra a brindar a eles, chamando-os "feitos um para o outro".
Uma foto deles a dançar, próximos, testas a tocarem-se. A legenda: "Almas gémeas a encontrarem o seu caminho de volta. #amorverdadeiro".
O meu marido, o homem que prometeu amar-me e proteger-me, não só estava a permitir que o meu pai morresse, como também exibia abertamente a sua traição.
Com o coração destroçado, mas uma clareza fria na mente, levantei-me do chão do hospital.
Eu ia salvar o meu pai. E depois, ia salvar-me a mim mesma do meu casamento.
Não precisava de Leo. Preciso de um advogado. Quando a Dor Vira Força
Moderno O meu filho nasceu morto.
Eu estava sozinha, grávida e gritei pelo meu bebé no chão, enquanto o meu marido Pedro estava de férias em Bali com a prima Joana.
No hospital, antes que a dor da perda pudesse sequer assentar, a voz fria da minha sogra perfurou-me: "A culpa é toda da Sofia. Que inútil."
E ele? O meu marido, Pedro, ficou em silêncio. O silêncio que me quebrou.
O homem a quem jurei amor e honra olhou para mim com uma mistura de dor e acusação.
Porque é que ele não estava lá? Porque é que me deixou sozinha?
Porque é que ninguém me protegeu?
Então, a Joana, a causa do meu inferno, apareceu à minha porta com um sorriso triunfante e as palavras: "Eu amo-o, Sofia. Nós vamos ficar juntos. Tu perdeste. Eu ganhei."
Mas o jogo ainda não tinha acabado.
Quando Pedro tentou silenciar-me com uma hipoteca oculta e chantagem, a minha raiva finalmente encontrou o seu propósito.
Não ia deixar que me pisassem.
Não ia deixar que a memória do meu filho fosse apagada.
Chega. Eu não ia ser uma vítima.
Eu era Sofia, e a justiça seria minha. Você pode gostar
Uma garota e quatro feras
Brass Wren Lillian acordou como uma total fracassada em um universo de criaturas metamorfas.
A boa notícia era que as mulheres governavam lá e podiam ter vários companheiros, mas ela ainda era a pessoa que todos desprezavam.
Sua irmã talentosa roubou seu primeiro companheiro, e os quatro companheiros seguintes a rejeitaram sem qualquer piedade.
O primeiro companheiro era o próprio Rei dos Súcubos. No primeiro encontro, ele avisou Lillian que só ficaria até se recuperar dos ferimentos e que nunca haveria qualquer tipo de relacionamento entre eles.
O segundo companheiro era um tritão. Ao dar uma olhada em Lillian, ele disse que não tinha interesse em uma fracassada como ela, lhe entregando algum dinheiro e exigindo que ela rompesse o vínculo.
O terceiro companheiro era o vampiro progenitor, com mais de mil anos de idade. Ele admitiu que admirava a irmã de Lillian e deixou claro que não tinha interesse em uma preguiçosa como ela.
O quarto companheiro era um lobisomem que Lillian havia resgatado de uma arena de luta subterrânea. Ela achou que ele ficaria, mas ele revelou que era membro da família real e disse que queria romper o vínculo para ter mais poder.
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À medida que ela subia cada vez mais, esses mesmos homens voltaram, cheios de arrependimento, implorando para que ela os aceitasse novamente. Por favor, papai
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"Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa."
"Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai."
O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay.
Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed.
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Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava.
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"Boa menina. Agora, abre suas pernas." A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
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***
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