Quando a Dor Vira Força

Quando a Dor Vira Força

Alanna Du bois

5.0
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Capítulo

O meu filho nasceu morto. Eu estava sozinha, grávida e gritei pelo meu bebé no chão, enquanto o meu marido Pedro estava de férias em Bali com a prima Joana. No hospital, antes que a dor da perda pudesse sequer assentar, a voz fria da minha sogra perfurou-me: "A culpa é toda da Sofia. Que inútil." E ele? O meu marido, Pedro, ficou em silêncio. O silêncio que me quebrou. O homem a quem jurei amor e honra olhou para mim com uma mistura de dor e acusação. Porque é que ele não estava lá? Porque é que me deixou sozinha? Porque é que ninguém me protegeu? Então, a Joana, a causa do meu inferno, apareceu à minha porta com um sorriso triunfante e as palavras: "Eu amo-o, Sofia. Nós vamos ficar juntos. Tu perdeste. Eu ganhei." Mas o jogo ainda não tinha acabado. Quando Pedro tentou silenciar-me com uma hipoteca oculta e chantagem, a minha raiva finalmente encontrou o seu propósito. Não ia deixar que me pisassem. Não ia deixar que a memória do meu filho fosse apagada. Chega. Eu não ia ser uma vítima. Eu era Sofia, e a justiça seria minha.

Quando a Dor Vira Força Introdução

O meu filho nasceu morto.

Eu estava sozinha, grávida e gritei pelo meu bebé no chão, enquanto o meu marido Pedro estava de férias em Bali com a prima Joana.

No hospital, antes que a dor da perda pudesse sequer assentar, a voz fria da minha sogra perfurou-me: "A culpa é toda da Sofia. Que inútil."

E ele? O meu marido, Pedro, ficou em silêncio. O silêncio que me quebrou.

O homem a quem jurei amor e honra olhou para mim com uma mistura de dor e acusação.

Porque é que ele não estava lá? Porque é que me deixou sozinha?

Porque é que ninguém me protegeu?

Então, a Joana, a causa do meu inferno, apareceu à minha porta com um sorriso triunfante e as palavras: "Eu amo-o, Sofia. Nós vamos ficar juntos. Tu perdeste. Eu ganhei."

Mas o jogo ainda não tinha acabado.

Quando Pedro tentou silenciar-me com uma hipoteca oculta e chantagem, a minha raiva finalmente encontrou o seu propósito.

Não ia deixar que me pisassem.

Não ia deixar que a memória do meu filho fosse apagada.

Chega. Eu não ia ser uma vítima.

Eu era Sofia, e a justiça seria minha.

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