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Quando o Amor Vira Fumo

Capítulo 3 

Palavras: 541    |    Lançado em: 08/07/2025

o, os seus olhos cheios de uma p

a. Ela sempre foi distante, mas agora, o

tava na beira da cama e pegava na minha mão. "Soubemos do incê

abeça, e as lágrimas que eu tinha segurado c

..." su

-se e colocou uma

ida. Nós sabemos.

ou a minha mão

ele, o seu tom a endurecer. "

rgonha e a raiva a mist

ele está

"Ocupado com o quê? O que pode ser mais i

r em voz alta a humilhação que tinha sofrido

voz baixa. "A amiga dele. Ela também

a testa. "Ajud

ram antes que eu as pudesse impedir. "Ele dei

do meu pai passou da preocupação para a pur

"Aquele desgraçado...

Clara, pondo uma mão no se

, o meu neto morreu, e aquele canalha e

e dirigiu-se

Por favor, não faças

e para mim, o seu ro

ele abandonou-te! Com

har força. "Acabou. Eu terminei com ele. Eu só... eu não quero m

gar a uma profunda tristeza. Ele voltou para a

oz abafada. "Ele não merece

utro lado da cama, peg

ma firmeza que me surpreendeu. "Vais pa

ti um vislumbre de esperança. Eu não e

, sentindo um peso a

para casa dos meus pais, e ia co

a sem o

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Quando o Amor Vira Fumo
Quando o Amor Vira Fumo
“Acordei no hospital. O cheiro a desinfetante e a dor no abdómen gritavam: perdi o nosso bebé no incêndio. A minha primeira chamada foi para o Pedro, o meu namorado. Procurava consolo, uma explicação. Mas ele atendeu, exausto e irritado. E, ao fundo, ouvi a voz manhosa da Sofia, a sua "amiga de infância". Ele tinha ignorado os meus gritos, a minha gravidez, para salvar o gato Dela. "É uma pena, mas estas coisas acontecem", ele disse, antes de me chamar "dramática" por chorar a perda do nosso filho. A sua mãe, Dona Helena, ligou-me logo a seguir. Sem um pingo de compaixão, acusou-me de tentar "prender" o filho, de "dramatizar", elogiando sem parar a "coitadinha" da Sofia, que "perdeu tudo". Eu estava destruída, humilhada, sozinha. O incêndio tinha levado o meu filho. E o homem que eu amava? Aquele que devia ser o meu porto seguro? Ele tinha-me abandonado por um gato. Porque é que a minha dor era insignificante para eles? O que eu deveria fazer com tanto desespero? Mas quando voltei aos escombros do nosso apartamento, encontrei uma caixa. Dentro dela, a verdade nua e crua: Anos de fotografias e cartas secretas do Pedro e da Sofia, em Paris, em jantares românticos. A traição dele não começou no incêndio. Ela existia há anos. Naquele momento, a minha dor transformou-se em raiva, fria e calculista. Uma festa de "despedida" seria o palco perfeito. Não para o apartamento. Mas para a verdade. E para o Pedro, para a Sofia, e para todo o mundo ver quem realmente eram.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10