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O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson

Capítulo 1 

Palavras: 670    |    Lançado em: 08/07/2025

inco anos, Leo, apontou de repente

é que o pai n

nocente fez o me

radiante do meu marido, Miguel. Era um

ido. Ele está a trabalhar muito

eu contava ao Leo e a m

tava apenas "ocupado". Ele estava c

o pesado. Era a minha sogra, a Dona Helen

noite. O cão dela, o Max, está doente e precisa d

para discussão. Ela não estav

está com febre. Ele

oz firme, mas um nó for

ado da linha, seguida por

omum. Dá-lhe um paracetamol e ele ficará bem. Não sejas tão

foram como um b

rio filho?" A pergunta escapou-

ciar. Ela precisa do apoio do Miguel. Tu és a mulher dele, devias

o, ela

a, com as bochechas coradas pela

uel. A chamada foi direta para o correi

almente atendeu. A sua voz e

é que queres?

a da Sofia. "Miguel, querido, o Max nã

ndeu o Miguel com uma ternur

a tremer. "O Leo está com 40 de

le vai ficar bem. O Max está muito mal, pos

gritei, a frustração

é importante, sabes? Para de ser tão dramática. A S

u-me o tele

curo, sentindo um vazio gelad

ava dele. O cão da Sofia precisava dele. Um colega de trabalho da Sofia precisava

iava-o sempre, tratando a Sofia com

te parecia um estranho. O amor que um dia nos uniu tinha-se desv

no e quente nos meus braços. Ele

to, tomei u

Pelo bem do meu filho, e pelo meu

era uma opção, e

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O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson
O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson
“No jantar, o meu filho de cinco anos, Leo, lançou-me uma pergunta inocente, mas devastadora: "Mãe, por que é que o pai não vem a casa?" Todos os dias lhe contava a mentira de que o pai estava "muito ocupado", enquanto sabia que ele estava com outra mulher, a sua colega Sofia. Mas a verdade cruel bateu à porta quando o Leo ficou com 40 graus de febre e o meu marido, Miguel, recusou-se a vir buscá-lo ao hospital. Porquê? Porque o cão da Sofia, Max, estava doente e ele, um veterinário, não podia deixá-la. Fui com o nosso filho para o hospital sozinha, enquanto Miguel abraçava a sua "fragil" colega em luto pelo cão. "O nosso filho esteve doente a noite toda, e tu estavas a consolar outra mulher pela morte do cão dela", disse-lhe no hospital. A resposta chocou-me: "Tu és forte, Joana. Tu consegues lidar com as coisas. A Sofia é frágil." Então, finalmente exausta desta humilhação e mentira, eu disse: "Quero o divórcio." Mas ele riu-se, disse que eu era "paranóica" e uma mentirosa. A situação piorou quando a minha sogra, Dona Helena, não só me deu uma estalada por querer liberdade, como se juntou ao filho na mentira, e me ameaçou: "Se insistires no divórcio, vais sair sem nada, e eu vou garantir que fiques com a reputação de uma esposa ingrata e instável." Até o próprio Miguel entrou com um pedido de custódia total do Leo, acusando-me de "instabilidade emocional" e de ter causado "trauma emocional" ao nosso filho por o ter levado "desnecessariamente" ao hospital. Pintaram-me como a louca ciumenta, isolaram-me, cortaram o meu acesso ao dinheiro. Estava completamente encurralada, com o meu filho e a minha honra em jogo. Como é que eu, uma simples professora, podia lutar contra uma família poderosa que podia torcer a realidade à sua vontade e mentir impunemente? Quando me senti completamente derrotada, uma memória me atingiu. O sistema de câmeras de segurança que Miguel insistiu em instalar. As gravações guardavam todas as discussões, as noites em que ele não voltou, e, mais importante, a chamada sobre o hospital, com o áudio cristalino. Pela primeira vez em muito tempo, tive uma esperança para ir à guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10