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O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson

Capítulo 2 

Palavras: 634    |    Lançado em: 08/07/2025

sse que era uma infeção respiratória grave e que

ado a um soro intravenoso, sente

ibrou. Era uma me

isse-me que o levaste ao hospita

ção na sua mensage

rafia do braço do Leo

morou, e quando c

está muito abalada com o Max, não

lho estava num hospital, e

nta de mim. A raiva e a dor tinha

le não veio sozinho. A Sofia estava com

ofia, com a voz embargada. "O meu pob

o Miguel imediatamente a

to de hospital do meu filho,

perigosamente calma. "Podes sair

oana está a ser insensível, Miguel. Eu

ra lá fora um minuto," disse o Miguel,

ou, a sua cara

ão rude com ela? A m

, e tu estavas a consolar outra mulher pe

O Max era como u

ho, Miguel. O teu

strado. "O que é que queres, Joan

o div

saíram fir

do. Depois, riu-se. Um ri

disto? Vais deitar fora cinco anos de

u estúpida. Sei o que se p

ão se passa nada! És paranóica! A Sofia é a mi

ilho? Nós não pr

consegues lidar com as c

. A justificação par

e de ser a segunda opção. Cansei-me de ver o

r o divórcio. Pensa no Leo! Queres q

ho como uma arma, co

di. "Uma onde o pai nunca está presente. É melhor ele

de fúria. "Tu vais arr

do quarto, batendo

fia no corredor, as su

, que ainda dorm

primeira vez em muito tempo, sent

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O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson
O Dia Em Que a Fortaleza Desabou: Meu Divórcio Patterson
“No jantar, o meu filho de cinco anos, Leo, lançou-me uma pergunta inocente, mas devastadora: "Mãe, por que é que o pai não vem a casa?" Todos os dias lhe contava a mentira de que o pai estava "muito ocupado", enquanto sabia que ele estava com outra mulher, a sua colega Sofia. Mas a verdade cruel bateu à porta quando o Leo ficou com 40 graus de febre e o meu marido, Miguel, recusou-se a vir buscá-lo ao hospital. Porquê? Porque o cão da Sofia, Max, estava doente e ele, um veterinário, não podia deixá-la. Fui com o nosso filho para o hospital sozinha, enquanto Miguel abraçava a sua "fragil" colega em luto pelo cão. "O nosso filho esteve doente a noite toda, e tu estavas a consolar outra mulher pela morte do cão dela", disse-lhe no hospital. A resposta chocou-me: "Tu és forte, Joana. Tu consegues lidar com as coisas. A Sofia é frágil." Então, finalmente exausta desta humilhação e mentira, eu disse: "Quero o divórcio." Mas ele riu-se, disse que eu era "paranóica" e uma mentirosa. A situação piorou quando a minha sogra, Dona Helena, não só me deu uma estalada por querer liberdade, como se juntou ao filho na mentira, e me ameaçou: "Se insistires no divórcio, vais sair sem nada, e eu vou garantir que fiques com a reputação de uma esposa ingrata e instável." Até o próprio Miguel entrou com um pedido de custódia total do Leo, acusando-me de "instabilidade emocional" e de ter causado "trauma emocional" ao nosso filho por o ter levado "desnecessariamente" ao hospital. Pintaram-me como a louca ciumenta, isolaram-me, cortaram o meu acesso ao dinheiro. Estava completamente encurralada, com o meu filho e a minha honra em jogo. Como é que eu, uma simples professora, podia lutar contra uma família poderosa que podia torcer a realidade à sua vontade e mentir impunemente? Quando me senti completamente derrotada, uma memória me atingiu. O sistema de câmeras de segurança que Miguel insistiu em instalar. As gravações guardavam todas as discussões, as noites em que ele não voltou, e, mais importante, a chamada sobre o hospital, com o áudio cristalino. Pela primeira vez em muito tempo, tive uma esperança para ir à guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10