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Amor Enterrado com a Família

Capítulo 1 

Palavras: 894    |    Lançado em: 08/07/2025

o marcavam meu aniversário de dezoito anos. Eu estava sentada

rostos eram máscaras de indiferença. Ao lado deles, um lugar

Pedro, meu ir

ito anos. E a c

inha mãe, Lúcia, com a vo

esmo todos os anos: que eles me per

maça subiu e se dissipou, a

ncio na sala era pesado, quebrado apenas

os. Sua voz era grave e fria, como sempre. Ele não olhou p

r uma palavra. O bol

paredes estavam nuas, exceto por uma pequena foto nossa, uma fa

as, eu era forçada a me ajoelhar no quarto de P

mãe repetia, como um mantra cruel. "Vo

la. Por muito te

rio, a sensação de desespero era mais

e silenciosa. A cidade estava adormecida

uando um arrepio percorreu minha espinh

Não havi

no peito. O medo era uma coisa física, g

rrou meu braço, me puxando pa

gri

por um capuz, pressionou uma faca contra minha g

sussurrou, a voz

pegar meu celular no bolso. Consegui discar o número da mi

cou uma, duas

ia soou irritada do

i sussurrar, minha voz embar

Eu podia ouvir

É seu aniversário, não o fim do mundo. Pare de drama e volte

or favor... te

aço. "Não tenho tempo para suas crises. Se você

desl

curo, mais alto e mais aterrorizante do que

nha própria mãe me a

o, misturando-se com o suor frio. O homem riu, um

ém se importa com

ou. A pequena chama de esperança que eu mant

des

ar. Deixei de

a, por que eu deveria querer viver? Q

dos abraços da minha mãe, das brincadeiras com Pedro

destino, não estava. Eu deveria estar naquele voo com ele, mas p

perdoaram por

do beco. A dor veio em seguida. Agud

Para sua proteção", ele disse, sem sequer olhar para mim. Es

ram o pequeno cilind

ava vazio. Ou quebr

ovo. Uma risada

última coisa que vi foi o brilho maligno nos olhos do meu assassino. A últim

E esta é a histó

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Amor Enterrado com a Família
Amor Enterrado com a Família
“No meu aniversário de dezoito anos, o cheiro de bolo barato e uma vela solitária marcavam mais um ano de repetição. Mas esta noite, a indiferença dos meus pais me atingiu mais forte do que nunca. Eu sabia o meu lugar: culpada pela morte do meu irmão Pedro, oito anos atrás. Lembro-me de ligar para minha mãe, Lúcia, de um beco escuro, com medo. "Mãe... socorro...", sussurrei, a voz embargada pelo pavor, uma faca na minha garganta. "Não tenho tempo para suas crises. Se você não voltar em dez minutos, vou trancar a porta!" E ela desligou, me abandonando à mercê de um monstro. Eu deveria ter morrido no lugar dele, sempre me diziam. Mas a verdade era um buraco negro prestes a engolir a todos nós. No necrotério, meu pai, Carlos, o perito forense, estava prestes a descobrir a verdade mais cruel. Aquele corpo mutilado na mesa, a vítima anônima do "Carniceiro da Chuva", lentamente tomava forma sob suas mãos. Uma cicatriz acima da sobrancelha, um sinal de nascença sutil. Era eu. Sua própria filha. A garota que ele e minha mãe trancaram para fora de suas vidas, a garota que eles culparam e torturaram por anos. E assim, minha morte abriu as portas de um inferno particular para a minha família, um inferno construído sobre mentiras e negligência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10