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Amor Enterrado com a Família

Capítulo 2 

Palavras: 719    |    Lançado em: 08/07/2025

ão sentia dor. Não sentia f

o chão sujo do beco. Quebrado e sem vida. Mas eu estava

um es

ndo em vermelho e azul na escuridão. Vi os

meu corpo em um saco pret

u não sabia pa

nde e cinzento. O Instituto Médico Le

a era d

o preto até uma sala fria e estéril, chei

cair lá fora, o som dos tr

deles usava um uniforme de dete

u

s, sem olhar para o saco na mesa.

Mesmo modus operandi. O Carnic

uva. Então era e

, continuou o detetive. Seu nome era Ricardo, um v

vestindo um par

belde que saiu de casa no meio

lugar dele, se apertou. Ele estava falando de mim

arece pessoal", disse Ricardo, o rosto sombrio. "Ele não apenas a mato

mento, a mão pairando

mpa

se quisesse apagar todos os vestígios, mas de

a cabeça, a exp

ao tr

riu o

viei o olhar. Eu não queria ve

ele não foi a de um pai.

sua voz. Havia choque profissional. Raiva contra

por cima do ombro do meu pai.

e identi

estruído. As mãos... ele cortou as pontas

xaminar os restos do meu corpo. Cada pedaço. Ele era met

que me criou tratar meu corpo desmembrado como

por mim, a filha que ele não sabia que estava ali,

"As marcas indicam isso. E depois... ele tentou junta

você, Carlos?", pergunt

no que restava de mim. "Ele está me envian

alho mais horrível de todos: costurar meus pedaços de

ai, o homem que se recusou a me atender o telefone, agora

. Ele era apenas Carlos, o peri

o na mesa. Evidência d

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Amor Enterrado com a Família
Amor Enterrado com a Família
“No meu aniversário de dezoito anos, o cheiro de bolo barato e uma vela solitária marcavam mais um ano de repetição. Mas esta noite, a indiferença dos meus pais me atingiu mais forte do que nunca. Eu sabia o meu lugar: culpada pela morte do meu irmão Pedro, oito anos atrás. Lembro-me de ligar para minha mãe, Lúcia, de um beco escuro, com medo. "Mãe... socorro...", sussurrei, a voz embargada pelo pavor, uma faca na minha garganta. "Não tenho tempo para suas crises. Se você não voltar em dez minutos, vou trancar a porta!" E ela desligou, me abandonando à mercê de um monstro. Eu deveria ter morrido no lugar dele, sempre me diziam. Mas a verdade era um buraco negro prestes a engolir a todos nós. No necrotério, meu pai, Carlos, o perito forense, estava prestes a descobrir a verdade mais cruel. Aquele corpo mutilado na mesa, a vítima anônima do "Carniceiro da Chuva", lentamente tomava forma sob suas mãos. Uma cicatriz acima da sobrancelha, um sinal de nascença sutil. Era eu. Sua própria filha. A garota que ele e minha mãe trancaram para fora de suas vidas, a garota que eles culparam e torturaram por anos. E assim, minha morte abriu as portas de um inferno particular para a minha família, um inferno construído sobre mentiras e negligência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10