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Amor Enterrado com a Família

Capítulo 3 

Palavras: 705    |    Lançado em: 08/07/2025

te. Eles encontraram uma pequena fibra de tecido sob uma das minhas unhas q

do. O assassino o havia destr

austo, meu pai

Ricardo. Preci

Descanse um pouco.

. Havia várias chamadas perdidas. De Júlia, minha m

problemas. Por f

u rosto. Ele não sentiu preo

a si mesmo, guardando o celular no

ectro silencioso f

acesas. A porta se abriu antes mesmo de el

guntou, a voz cheia de an

onder, um carro parou na frent

o rosto pálido de preocupação. "Ela não atende o telef

ou para Júlia

está na casa de algum namoradinho, tentando nos

o em seus olhos. "A Sofia nunca faria isso!

e no ombro de Júlia, mas não

ra. "Nossa filha sabe se cuidar. E quando e

a porta n

ca pessoa no mundo que se importava comigo. A úni

asa, a fars

osta para três. Para ela, meu pai, e para Pedro. O

e minha mãe, com um sorriso tris

eram em silêncio, ignorando o meu lugar vazio na mesa. Eles n

rvava, uma memória

Minha mãe fez um bolo de amendoim, a paixão de

comer...", eu disse

espondeu, irritada. "Hoje é o d

"Sua mãe tem razã

rei, mas eles me

anta começou a fechar. Meu rosto

aram para o hospital. Eles

ritou meu pai do outro lado da porta. "V

ocando. Sozin

. Ouvi meu pai chamando Pedro, a voz cheia de amo

ar, eu entendi. Eu não importava. Meu sofrimento era invisí

do, e eles estav

rosa, que mesmo como um fantasma,

ia mudado. Eu ainda era a filha que eles tr

ra um caixão de metal em um

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Amor Enterrado com a Família
Amor Enterrado com a Família
“No meu aniversário de dezoito anos, o cheiro de bolo barato e uma vela solitária marcavam mais um ano de repetição. Mas esta noite, a indiferença dos meus pais me atingiu mais forte do que nunca. Eu sabia o meu lugar: culpada pela morte do meu irmão Pedro, oito anos atrás. Lembro-me de ligar para minha mãe, Lúcia, de um beco escuro, com medo. "Mãe... socorro...", sussurrei, a voz embargada pelo pavor, uma faca na minha garganta. "Não tenho tempo para suas crises. Se você não voltar em dez minutos, vou trancar a porta!" E ela desligou, me abandonando à mercê de um monstro. Eu deveria ter morrido no lugar dele, sempre me diziam. Mas a verdade era um buraco negro prestes a engolir a todos nós. No necrotério, meu pai, Carlos, o perito forense, estava prestes a descobrir a verdade mais cruel. Aquele corpo mutilado na mesa, a vítima anônima do "Carniceiro da Chuva", lentamente tomava forma sob suas mãos. Uma cicatriz acima da sobrancelha, um sinal de nascença sutil. Era eu. Sua própria filha. A garota que ele e minha mãe trancaram para fora de suas vidas, a garota que eles culparam e torturaram por anos. E assim, minha morte abriu as portas de um inferno particular para a minha família, um inferno construído sobre mentiras e negligência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10