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Amor Enterrado com a Família

Capítulo 4 

Palavras: 715    |    Lançado em: 08/07/2025

há onze anos,

r, que o ar estava acabando, um instinto

janela do meu quarto, no segundo andar. Q

podia respirar. O ar frio da noite encheu meus pulmões do

e o rosto costurado. A primeira coisa que

ou minha mãe. "Que vergonha!

rosto. Na frente de enfe

ão, sua pestinha ingrata!", ele gritou. "

ndo. A família aparentemente perfeita, desmoronando em público. Eu senti u

são de felicidade. A máscara caiu, e eu

e avião de Pedro, tu

sesse comer, precisava trabalhar. Se eu qui

tarde da noite, com cheiro de gordura, e ainda precisava estudar até de madruga

ara a melhor universidade do estado. Achei que, talvez, isso os deixaria

ação para meu pai, o cor

o impassível. E então,

perigosa. "Acha que pode substituir o seu irmão com suas n

u outro tapa. Forte. O som

e se comparar a

om o suficiente. Meu sucesso era uma of

ncia e punição. E mesmo assim, uma parte estúpida e ingênua de

ersário. Era por isso que eu tinha saído de

a de volta à sala de jantar, observ

e se levantou e pegou o

la sussurrou para a cadei

o lavou e o guardou com cuidado, c

aniversário intocado, con

critório. Minha mãe foi para o quarto

arto de Pedro, um santuário intocado. Vi o meu quarto, frio e

, a campai

noite. Quem

as, irritada. "Quem está

riu a

undo

mem alto, com um sorriso familiar. Ao lado dele,

lados em choque. Meu pai, atraído pelo barulh

em so

ai? Eu

Pe

i

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Amor Enterrado com a Família
Amor Enterrado com a Família
“No meu aniversário de dezoito anos, o cheiro de bolo barato e uma vela solitária marcavam mais um ano de repetição. Mas esta noite, a indiferença dos meus pais me atingiu mais forte do que nunca. Eu sabia o meu lugar: culpada pela morte do meu irmão Pedro, oito anos atrás. Lembro-me de ligar para minha mãe, Lúcia, de um beco escuro, com medo. "Mãe... socorro...", sussurrei, a voz embargada pelo pavor, uma faca na minha garganta. "Não tenho tempo para suas crises. Se você não voltar em dez minutos, vou trancar a porta!" E ela desligou, me abandonando à mercê de um monstro. Eu deveria ter morrido no lugar dele, sempre me diziam. Mas a verdade era um buraco negro prestes a engolir a todos nós. No necrotério, meu pai, Carlos, o perito forense, estava prestes a descobrir a verdade mais cruel. Aquele corpo mutilado na mesa, a vítima anônima do "Carniceiro da Chuva", lentamente tomava forma sob suas mãos. Uma cicatriz acima da sobrancelha, um sinal de nascença sutil. Era eu. Sua própria filha. A garota que ele e minha mãe trancaram para fora de suas vidas, a garota que eles culparam e torturaram por anos. E assim, minha morte abriu as portas de um inferno particular para a minha família, um inferno construído sobre mentiras e negligência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10