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Amor Oculto, Ódio Revelado

Capítulo 1 

Palavras: 994    |    Lançado em: 08/07/2025

eu namorado há quatro anos, mas sim um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto. A porta estav

vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma

ado. Ele estava falando com uma f

abraço, cada promessa, tudo se revelou uma farsa elaborada. Ele nunca me amou, e

dor. Se a vida deles era uma peça de teatro, eu se

Rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não

A voz dele era baixa

forçando minha próp

vez que esperaria por mim

odia sentir. Depois de uma eternidade, ele respondeu com uma

im

lmente caíram, silenciosas e amargas. Minh

nstruiu para mim antes de abandonar a mim e à minha mãe. O ar frio da

razia nos lábios o mesmo sorriso gentil de s

tá aqui fora? Vai

azia. Eu apenas o en

u, tentando par

ntrar. E

rmelhos de chorar, e

?" perguntei

le foi automá

um sorriso, levantando a

e sem humor, e pegou minha mão. Desta vez, não resisti. Senti o calor da pele

locou um cobertor sobre minhas pernas enquanto eu me deit

o rosto obediente,

migo mesma, olhando para ele

isitava o túmulo dela. Pedro sabia disso. Ele sempre ia comigo, desde que meu pai paro

emitério

da minha mãe sorria para mim, um sorriso

ano só eu v

doença dela, meu pai foi a imagem da devoção. Ele corria do trabalho para o hospital, passava noites em uma poltrona desconfortável

sa outra mulher, Ana, e a filha dela, Sofia. Foi

io. Depois, começou a inventar desculpas de trabalho. Por f

ha solidão, me abraçou

você me tem. Todo ano eu

ou. Corações mudam, e

o de voltar do exterior. Ela postou um vídeo no Instagram. Nele, Pedro a abraçava de forma protetora no meio da mul

nte, eu curt

elular tocou. Era Pedro. A

? Eu fui buscar sua irmã de bom co

urtir" se to

voz. "Você é inacreditável, Sofia é sua i

mãe," respondi,

utro lado. Então, ele suspirou, como se e

que as mortas? Você não precisa ficar

ara mim, minha mãe era a pes

é a mais

uei o celular no silencioso. O

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Amor Oculto, Ódio Revelado
Amor Oculto, Ódio Revelado
“A primeira coisa que ouvi ao chegar em casa não foi o habitual "Bem-vinda de volta" de Pedro, meu namorado há quatro anos. Foi um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto, a voz dele carregada de uma ternura que eu raramente recebia. "Não se preocupe, Sofia, eu vou cuidar de você. Não vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma redenção pelos males que ela fez ao longo dos anos." Parei no corredor, o corpo gelado, percebendo que ele falava com uma foto da minha irmã, Sofia. Naquele instante, os quatro anos de relacionamento desmoronaram, cada beijo, abraço e promessa se revelaram uma farsa elaborada. Ele nunca me amou; sempre amou Sofia. E que males eu precisava redimir? Eu não fazia a menor ideia, apenas senti uma raiva fria me consumir, substituindo a dor. Desde que meu pai, Carlos, trouxe Ana e Sofia para casa após a morte da minha mãe, fui relegada a uma existência de sombra e desprezo, aceitando tudo em silêncio. Para a sociedade, éramos uma família perfeita, mas fui constantemente humilhada e subjugada. Eu não entendia por que me odiavam tanto, ou por que meu pai, que um dia me amou, me tratava com tanta indiferença. Por que só eu era o lembrete de um passado que ele queria esquecer? A ficha finalmente caiu: se a vida deles era uma peça de teatro, eu seria a diretora da cena final. Peguei meu celular, o coração batendo descontroladamente, e rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não discava há anos: Gabriel Silva. O noivo arranjado de Sofia. Respirei fundo e forcei minha voz a sair firme: "Sr. Silva, você disse uma vez que esperaria por mim. Essa promessa ainda vale?" Houve um silêncio denso e, depois de uma eternidade, ele respondeu com uma única palavra: "Sim."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10