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Amor Oculto, Ódio Revelado

Capítulo 2 

Palavras: 704    |    Lançado em: 08/07/2025

va cheia de risadas. A voz de Sofia, doce e

ria comer comida brasileira autêntica

Pedro respondeu, cheia de um c

o Pedro é ótima, a L

le sempre dizia que não perdia tempo na cozinha, que era algo i

e para Pedro na mesa de jantar. Ele a observava com uma adoração explícita, conversando em voz baixa enquanto descascava camarões um por um e os

disse a mim mesma. "Não

ça foi final

tumava ser assim. Talvez fosse por causa da irmã dele ali, para não causar mal-entend

. "Tem sopa na geladeira

lsa no cabide, o

se incomodar,

orreu para me dar um abraço caloroso. Fiquei rígida, incapaz de

ti tanto a

jovem que eu, embora fosse apenas um mês mais nova. Eu sempre fu

za. Sofia me soltou e, agindo como a anfitri

tímida, venha

a cabeça n

porto hoje." Ela arrastou as palavras, virando o rosto para o lado. Aproveitou a deixa para comer m

dei um sorriso

la disse, com uma expressão de falsa inocência. "Ele não se importa

disse despreocupadamente, "Tudo

elho, e de repente ri. Peguei um camarão da tige

iana. Precisa

esa dos dois, virei as cos

ecebi uma mensa

nhã. Faz tempo que nã

resp

amos café da manhã juntos em silêncio. Depois, nos prep

tos para entrar no carro de P

be mais uma pe

de trás, e eu vi o motivo. Dois ursinhos de pelúcia gigan

do um pouco envergonhada, mas s

amigos. Você não va

absurda que eu nã

Pedro, já no banco do motorista,

ocê volta

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Amor Oculto, Ódio Revelado
Amor Oculto, Ódio Revelado
“A primeira coisa que ouvi ao chegar em casa não foi o habitual "Bem-vinda de volta" de Pedro, meu namorado há quatro anos. Foi um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto, a voz dele carregada de uma ternura que eu raramente recebia. "Não se preocupe, Sofia, eu vou cuidar de você. Não vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma redenção pelos males que ela fez ao longo dos anos." Parei no corredor, o corpo gelado, percebendo que ele falava com uma foto da minha irmã, Sofia. Naquele instante, os quatro anos de relacionamento desmoronaram, cada beijo, abraço e promessa se revelaram uma farsa elaborada. Ele nunca me amou; sempre amou Sofia. E que males eu precisava redimir? Eu não fazia a menor ideia, apenas senti uma raiva fria me consumir, substituindo a dor. Desde que meu pai, Carlos, trouxe Ana e Sofia para casa após a morte da minha mãe, fui relegada a uma existência de sombra e desprezo, aceitando tudo em silêncio. Para a sociedade, éramos uma família perfeita, mas fui constantemente humilhada e subjugada. Eu não entendia por que me odiavam tanto, ou por que meu pai, que um dia me amou, me tratava com tanta indiferença. Por que só eu era o lembrete de um passado que ele queria esquecer? A ficha finalmente caiu: se a vida deles era uma peça de teatro, eu seria a diretora da cena final. Peguei meu celular, o coração batendo descontroladamente, e rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não discava há anos: Gabriel Silva. O noivo arranjado de Sofia. Respirei fundo e forcei minha voz a sair firme: "Sr. Silva, você disse uma vez que esperaria por mim. Essa promessa ainda vale?" Houve um silêncio denso e, depois de uma eternidade, ele respondeu com uma única palavra: "Sim."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10