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Amor Oculto, Ódio Revelado

Capítulo 3 

Palavras: 806    |    Lançado em: 08/07/2025

ugar onde era quase impossível conseguir um táxi ou um carro de aplicativo. O motorista particular da nossa família, o Sr. Sil

nha situação perfeitamente, mas mesmo ass

a do ombro, um sorriso

ção para você, por não ter m

idade assustadora, como se fos

ão disse mais nada. Ele ligou o carro e eles partiram,

m aceitou a corrida. Depois de quinze minutos encarando a tela

ente à minha frente. A janela do passageiro abaixou, revel

u, o rosto

le disse,

ei. Abri a p

deu um arrepio. Gabriel mantinha o olhar fixo na estrada,

ida a não falar. Mas então, a lembrança da minha ligação desesperada para ele há dois dia

ecei a dizer, mas

peu, o tom neutro, mas com uma a

quiser aceitar, que me ignore. Não vou me humilhar." Pe

passageiro da frente, nos observava pelo retro

s, na verdade,

abriel o repreen

am vermelhas. "Será que está tão quente assim?", me pergu

a Fernandes. Mas Gabriel não parou. Ele me deixou na port

m para mim no mesmo instante. Meu pai, Carlos, ba

insuportável! Se não qu

madrasta, Ana, descascava para ela. Um sorriso satisfeito brincava em seus lábios. Pedro

falou com uma voz f

edro cancelou uma reunião importante para vir buscar vo

edro, esperando que ele dissesse a verdade. Ele não dem

anto, soltou

endo isso, ela se aninhou no braço do meu pai e fez charme. "Pai, não fique bravo. Na ver

eu de ainda mais pena e carinho. O olhar dele pa

m adoração. "Tudo bem, tudo bem. Sei que você

pois me "defendia", me pintando como a agressora e a si mesma como a vítim

a refeição, minha madrasta comentou

ívia voltando em um c

a ficou em um silênc

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Amor Oculto, Ódio Revelado
Amor Oculto, Ódio Revelado
“A primeira coisa que ouvi ao chegar em casa não foi o habitual "Bem-vinda de volta" de Pedro, meu namorado há quatro anos. Foi um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto, a voz dele carregada de uma ternura que eu raramente recebia. "Não se preocupe, Sofia, eu vou cuidar de você. Não vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma redenção pelos males que ela fez ao longo dos anos." Parei no corredor, o corpo gelado, percebendo que ele falava com uma foto da minha irmã, Sofia. Naquele instante, os quatro anos de relacionamento desmoronaram, cada beijo, abraço e promessa se revelaram uma farsa elaborada. Ele nunca me amou; sempre amou Sofia. E que males eu precisava redimir? Eu não fazia a menor ideia, apenas senti uma raiva fria me consumir, substituindo a dor. Desde que meu pai, Carlos, trouxe Ana e Sofia para casa após a morte da minha mãe, fui relegada a uma existência de sombra e desprezo, aceitando tudo em silêncio. Para a sociedade, éramos uma família perfeita, mas fui constantemente humilhada e subjugada. Eu não entendia por que me odiavam tanto, ou por que meu pai, que um dia me amou, me tratava com tanta indiferença. Por que só eu era o lembrete de um passado que ele queria esquecer? A ficha finalmente caiu: se a vida deles era uma peça de teatro, eu seria a diretora da cena final. Peguei meu celular, o coração batendo descontroladamente, e rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não discava há anos: Gabriel Silva. O noivo arranjado de Sofia. Respirei fundo e forcei minha voz a sair firme: "Sr. Silva, você disse uma vez que esperaria por mim. Essa promessa ainda vale?" Houve um silêncio denso e, depois de uma eternidade, ele respondeu com uma única palavra: "Sim."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10