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Amor Oculto, Ódio Revelado

Capítulo 4 

Palavras: 891    |    Lançado em: 08/07/2025

mim. Sofia mordeu o lábio inferior, parecendo querer falar

rfo na mesa, o som eco

m um noivo! Como pode entra

u o amaldiçoei por ser um "velho múmia da dinastia Qing", preso

deu uma carona porque

rime. "Gabriel vai viajar para o exterior hoje. Ele me disse ontem. Como ele poderi

m?" Abaixei a cabeça, a mente cheia de pensamentos. Se não era um

sa riram, um som de

nha madrasta, com um tom de falsa compaixão. "Se você disser a verdade, não vamos

mais explica

a mesinha de centro, tocou. O nome "Gabriel" brilhava na tel

viva-voz d

aco no meu carro," a voz de

" respondi, tentando manter a voz neutra

enha b

a. "Será que eu usei um casaco ho

nte o silêncio mortal

o líquido derramou. "Por que Gabriel te trouxe de volta?

isse, encolhendo os ombros. "Foi

imas grossas rolaram por seu rosto enqua

svio enorme só para te buscar? Você não sab

e, lançando-me um olhar cheio de raiva. Meu pai me encarava com fúria.

ais que tudo no mundo, junto com minha mãe. Mas, gradualmente, depois que ela se foi e Ana e Sofia chegar

A cadeira arrastou no chão, faze

demais!" ele disse, a

ais e Pedro foram atrás dela, como se eu fosse a vilã de uma t

des, alimentando os peixes no pequeno lago de carpas. O ar

is a inocência de antes. Em seu lugar, havia u

e aproximar de Ga

nada, apena

e criança, tudo o que eu queria, eu pegava para mim

de Sofia, agora distorcido pela raiva, p

vamos ver," eu

ar de olhos, perdi o equilíbrio. Ela me agarrou e, em um movi

erfície, mas Sofia me empurrou com força para baixo, usando meus ombros

nalmente atr

mente em nossa direção. Os três pularam na água, mas nadaram diretam

almente senti minhas forças se esvaírem, afundando na esc

me, a voz cheia de um desespero

ív

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Amor Oculto, Ódio Revelado
Amor Oculto, Ódio Revelado
“A primeira coisa que ouvi ao chegar em casa não foi o habitual "Bem-vinda de volta" de Pedro, meu namorado há quatro anos. Foi um sussurro apaixonado vindo do nosso quarto, a voz dele carregada de uma ternura que eu raramente recebia. "Não se preocupe, Sofia, eu vou cuidar de você. Não vou deixar que ela te machuque. Isso também será uma redenção pelos males que ela fez ao longo dos anos." Parei no corredor, o corpo gelado, percebendo que ele falava com uma foto da minha irmã, Sofia. Naquele instante, os quatro anos de relacionamento desmoronaram, cada beijo, abraço e promessa se revelaram uma farsa elaborada. Ele nunca me amou; sempre amou Sofia. E que males eu precisava redimir? Eu não fazia a menor ideia, apenas senti uma raiva fria me consumir, substituindo a dor. Desde que meu pai, Carlos, trouxe Ana e Sofia para casa após a morte da minha mãe, fui relegada a uma existência de sombra e desprezo, aceitando tudo em silêncio. Para a sociedade, éramos uma família perfeita, mas fui constantemente humilhada e subjugada. Eu não entendia por que me odiavam tanto, ou por que meu pai, que um dia me amou, me tratava com tanta indiferença. Por que só eu era o lembrete de um passado que ele queria esquecer? A ficha finalmente caiu: se a vida deles era uma peça de teatro, eu seria a diretora da cena final. Peguei meu celular, o coração batendo descontroladamente, e rolei a lista de contatos até encontrar um nome que eu não discava há anos: Gabriel Silva. O noivo arranjado de Sofia. Respirei fundo e forcei minha voz a sair firme: "Sr. Silva, você disse uma vez que esperaria por mim. Essa promessa ainda vale?" Houve um silêncio denso e, depois de uma eternidade, ele respondeu com uma única palavra: "Sim."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10