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O Fim de Um Ciclo Doloroso

Capítulo 1 

Palavras: 625    |    Lançado em: 08/07/2025

stante, uma dor que nunca desaparecia por completo

uma cama de hospital, o seu pequeno pe

gia grave a amendoins, algo que o meu marido, Ma

fia. Não precisa fazer disso um dra

olega de trabalho dele. O nome dela era Laura, uma viúva qu

u um pedaço d

te: "Tem amendoim? Ele é

que era falso. "Claro que não, Sofia

E esse foi o m

çou a inchar. Os seus lábios ficara

ra o Marcos que precisávamos i

a. Não vamos estragar a festa. A Laura disse que não tem a

de Marcos. "Ele deve ter-se engasgado com

ça e crueldade. Cada segundo perdido era uma facada n

is. O médico disse as palavras que destruíram o meu mundo

nho, o meu únic

te a acreditar na sua esposa. Morreu porque uma mu

a fazer nada. Marcos e Laura usaram o seu dinheiro e influência p

rno de solidão e desespero, até que um

... eu

O cheiro de café fresco vinha da cozinha. E o

os perder o autoca

voz

Olhei para as minhas mãos. Eram as minhas mãos, mas mais

rosto rosado e cheio de vida. Ele pul

estás a

u cabelo, nos seus bracinhos.

ão eram de tristeza. Eram de alívio, de u

ha voltado a três ano

ido uma segund

er o meu filho. E ia fazer com que aqueles

a minha força, inalando

mamã não está a chorar. A mamã

história se

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O Fim de Um Ciclo Doloroso
O Fim de Um Ciclo Doloroso
“A memória da minha vida passada era um zumbido constante, uma dor que nunca desaparecia. Lembro-me do meu filho, Léo, o seu pequeno peito a subir e a descer com dificuldade na cama de hospital, vítima de uma alergia grave a amendoins que o Marcos, meu marido, sempre desconsiderou. Naquele dia fatídico, Léo sofreu um choque anafilático severo depois de comer um bolo na casa da amante do meu marido, Laura, uma viúva que Marcos insistia que precisava da 'nossa' ajuda. Eu gritei para o Marcos que precisávamos ir para o hospital imediatamente, mas ele, terrivelmente calmo, preferiu acreditar na Laura, que insinuou que Léo estava a fazer birra. Cada segundo perdido foi uma facada no meu coração. Quando chegámos ao hospital, já era tarde demais. Léo, o meu anjinho, o meu único filho, morreu. Morreu porque o pai preferiu acreditar na amante, e porque uma mulher invejosa e cruel o envenenou deliberadamente. A dor consumiu-me, o luto transformou-se em ódio. Marcos e Laura usaram o seu dinheiro e influência para abafar tudo, e eu fui retratada como uma mãe negligente e histérica. Eu vivi o resto dos meus dias num inferno de solidão e desespero, até que a escuridão finalmente me engoliu. E então... eu acordei. "Mamã, acorda! Vamos perder o autocarro para a escola!" Era a voz do Léo. Eu tinha voltado. Tinha voltado a três anos antes da sua morte. Tinha recebido uma segunda oportunidade. E desta vez, eu não ia falhar. Eu ia proteger o meu filho e fazer com que aqueles que lhe fizeram mal pagassem. Cada um deles. Desta vez, a história seria diferente.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10