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O Fim de Um Ciclo Doloroso

Capítulo 2 

Palavras: 634    |    Lançado em: 08/07/2025

el: Léo tinha de sair daquela casa. Tinha de fic

iro, eu liguei para os meus pais. Eles viviam numa ci

urbilhão de emoções dentro de mim. "Preciso de um

dida. "Aconteceu alguma co

o lhe está a fazer bem. Ele precisa de um ambi

na minha voz convenceu-a. "Claro, filha.

s pequenas, os seus brinquedos favoritos, o seu livro de dinossauro

seus olhos grandes e curi

vamos v

is passar umas férias na casa da avó e do avô. Vais poder brin

hou um pouco. "M

ha vida passada, eu nunca o deixei. Agora,

mor. Mas eu prometo que vou visitar-te sempre q

corpo a tremer ligeiramente. "

ta, mais do que imaginas", suss

quarto de banho, viu a

to? Vais a

ha voz fria. "Ele vai passar

. "Tu decidiste isso sozinha? Sem falar comigo? Qu

ontra mim no futuro. Mas desta vez, elas não me atingiram.

o bem-estar do seu filho",

ás a ser egoísta, Sofia! Estás a privá-lo do pai

a subir de tom, tentando int

az bem", usei a mesma desculpa que dei à minha mãe, uma

s a inventar desculpas! Se o levares, ele vai crescer ressentido con

sua arma preferida. Mas e

orriso gelado a form

isam de atenção", fiz uma pausa deliberada. "Como a Laura, por exemplo. Ela parece prec

A raiva deu lugar ao choque

sa

sab

tinha c

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O Fim de Um Ciclo Doloroso
O Fim de Um Ciclo Doloroso
“A memória da minha vida passada era um zumbido constante, uma dor que nunca desaparecia. Lembro-me do meu filho, Léo, o seu pequeno peito a subir e a descer com dificuldade na cama de hospital, vítima de uma alergia grave a amendoins que o Marcos, meu marido, sempre desconsiderou. Naquele dia fatídico, Léo sofreu um choque anafilático severo depois de comer um bolo na casa da amante do meu marido, Laura, uma viúva que Marcos insistia que precisava da 'nossa' ajuda. Eu gritei para o Marcos que precisávamos ir para o hospital imediatamente, mas ele, terrivelmente calmo, preferiu acreditar na Laura, que insinuou que Léo estava a fazer birra. Cada segundo perdido foi uma facada no meu coração. Quando chegámos ao hospital, já era tarde demais. Léo, o meu anjinho, o meu único filho, morreu. Morreu porque o pai preferiu acreditar na amante, e porque uma mulher invejosa e cruel o envenenou deliberadamente. A dor consumiu-me, o luto transformou-se em ódio. Marcos e Laura usaram o seu dinheiro e influência para abafar tudo, e eu fui retratada como uma mãe negligente e histérica. Eu vivi o resto dos meus dias num inferno de solidão e desespero, até que a escuridão finalmente me engoliu. E então... eu acordei. "Mamã, acorda! Vamos perder o autocarro para a escola!" Era a voz do Léo. Eu tinha voltado. Tinha voltado a três anos antes da sua morte. Tinha recebido uma segunda oportunidade. E desta vez, eu não ia falhar. Eu ia proteger o meu filho e fazer com que aqueles que lhe fizeram mal pagassem. Cada um deles. Desta vez, a história seria diferente.”
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