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Renascendo Após o Fim

Capítulo 4 

Palavras: 811    |    Lançado em: 08/07/2025

ele. Quando o pai dele descobriu, ficou furioso. Um Silva se envolvendo com uma garota como

a de luxo para u

ulas na faculdade, tínhamos dois empregos de meio período cada um. Eu trabal

s em casa tão cansados que mal con

tas um para o outro no espelho até cairmos na gargalhada. Lembro-me de cozinharmos macarrão

es cinco minutos depois. Nossos olhos estavam sempre cheios um do outro. O mun

do assim para sempre,

ada tornava minha realidade a

nte. O médico me receitou alguns remédios para dormir, mas o

do hospital, o destino, em sua

esta

ele,

da no ombro dele, o rosto pál

eu precisava dos remédios. Fiquei quieta

u e veio em minha direção, com u

da. O que você está fazendo a

melosa, a preoc

ente. "Isso não

meu braço. "Eu só estou preocupada. O Pedro tamb

ocupado enquanto consolava você no telefone no dia do nosso aniversário. Ou talvez

ou pálido, mas des

sa, se aproximou, a raiva

ega!", ele disse, a v

ios para dormir? O que há de errado com você

ceita da minha mão, m

não, não estou tentando chamar atenção. Estou apenas tenta

urpreso com a m

ar", ele disse, tentando soar r

' com você", respondi.

ando?", ele perguntou, a

genuíno pela primei

ê odiava. Aquele onde éramos pobres, mas éramos felizes. P

lembrança de um tempo em que ele não era o poderos

m momento, eu vi um lampejo do antigo Pedro, o garot

omento

ao lado dele, a mão na tes

e se voltou para ela. Ele a segurou,

Vamos, vou te levar par

onge, sem um segun

ia invadiu minha casa para me salvar de uma surra agora me deixa

í do hospital e respirei

s dor. Apenas uma

e entendeu que não havi

-

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Renascendo Após o Fim
Renascendo Após o Fim
“Oito anos de casamento. No dia do nosso aniversário, Pedro Silva me presenteou com novecentas e noventa e nove rosas vermelhas, quase sufocando a sala com seu perfume. Qualquer outra mulher choraria de emoção, mas meu coração estava frio como uma pedra de gelo, afinal, eu acabara de receber alta do hospital após uma cirurgia. Disquei o número dele e uma jovem atendeu, a voz de Ana, sua secretária, chorosa e acusatória: "Dona Silva... me desculpe... foi tudo culpa minha." Ao fundo, a voz de Pedro, terna e consoladora: "Não chore, não foi culpa sua. Fique tranquila, eu resolvo." Minutos depois, ele finalmente atendeu, mas sua voz era fria, desprovida de qualquer afeto: "O que você quer?" Foi então que a bomba explodiu: "Pedro, vamos nos divorciar." Ele não hesitou, apenas respondeu com uma indiferença cortante: "Como você deseja." E desligou. Naquela noite, o cheiro de álcool caro e o perfume feminino de Ana impregnavam seu terno. Ele se sentou ao meu lado, oferecendo uma bolsa de grife como um suborno por sua ausência. Eu o confrontei diretamente: "Você está tendo um caso com a Ana?" Ele negou, desdenhando da minha desconfiança, me acusando de ser amarga, de afastar até nosso filho. A humilhação de ter sido impedida de buscar João na escola por sua ordem, porque "eu faria uma cena", ainda ardia. Ele se inflamou em raiva, gritando que eu não sabia "ser a esposa de Pedro Silva", que eu o envergonhava. Em meio à fúria dele, uma clareza fria me atingiu: não havia mais dor, apenas um vazio profundo. Então, com a voz mais calma e firme que consegui reunir, revelei a verdade que o mergulhou no mais absoluto silêncio: "Eu tive um aborto espontâneo hoje."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10