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Renascendo Após o Fim

Capítulo 3 

Palavras: 970    |    Lançado em: 08/07/2025

nem sempre

garoto rico, estudante exemplar e desesperadame

a garot

Eu fumava atrás do ginásio, usava jaqueta de couro surrada e ia a fes

ram. Em um beco e

delinquentes do meu bairro estava encurralando um garoto de uniforme impecável. Era P

ido em frente. Não

iu e assobiou, um som vulga

o es

os gritos de surpresa me deram a abertura que eu precisava. Eu não era grande, mas era rápida e sabia brigar. Distrib

salvei, por acaso

ele grudou em mim co

rro importado que destoava completamente da paisagem

rosa, ia até o banheiro feminino, jogava na privada, dava descarga e depois, com

eu só via em revistas. Eu agradecia com um aceno de cabeça e, na pri

horrinho rico, Duda!", elas zombavam. "E

se ver. Ele era de um mundo de privilégios e eu, de

io a noite qu

aiva dele era diferente, mais sombria. A briga com a minha mãe esc

trancada no meu quarto, o corpo

a, minha porta

Pe

algo estava errado. Mas ele estava lá. Ele invadiu minha casa,

comigo até

a de emergência. Eu podia vê-lo através do vidro. Ele estava de costas, mas seus ombros

tico, olhou para ele e de

levando pontos é você, mas parece q

va tendo um ataque cardíaco. Ele até perguntou ao médico se precisava fazer um eletr

ã. Ele era tão desajeitado que quase cortou o próprio dedo. A casca saía em

a mim, os olhos verm

surrou, a voz embargada. "Maria Eduarda, por

l" derreteu. Eu vi por trás do menino rico e mimad

le tinha comprado para mim, o único pedido

ferocidade voltando aos m

quer ser me

u também. Ficamos o resto do dia em um silêncio co

do hospital, eu contei a ele um segr

?", eu comecei

empre aparecia em casa uma única rosa. Uma rosa murcha, comprada na barraca mais barata, como um pedido de desc

quiser terminar comigo, não precisa dizer nada. Apenas me dê

o apertado, cuidadoso para n

no meu cabelo. "Isso nunca vai acont

com a força de uma promessa eterna,

ento, eu ac

-

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Renascendo Após o Fim
Renascendo Após o Fim
“Oito anos de casamento. No dia do nosso aniversário, Pedro Silva me presenteou com novecentas e noventa e nove rosas vermelhas, quase sufocando a sala com seu perfume. Qualquer outra mulher choraria de emoção, mas meu coração estava frio como uma pedra de gelo, afinal, eu acabara de receber alta do hospital após uma cirurgia. Disquei o número dele e uma jovem atendeu, a voz de Ana, sua secretária, chorosa e acusatória: "Dona Silva... me desculpe... foi tudo culpa minha." Ao fundo, a voz de Pedro, terna e consoladora: "Não chore, não foi culpa sua. Fique tranquila, eu resolvo." Minutos depois, ele finalmente atendeu, mas sua voz era fria, desprovida de qualquer afeto: "O que você quer?" Foi então que a bomba explodiu: "Pedro, vamos nos divorciar." Ele não hesitou, apenas respondeu com uma indiferença cortante: "Como você deseja." E desligou. Naquela noite, o cheiro de álcool caro e o perfume feminino de Ana impregnavam seu terno. Ele se sentou ao meu lado, oferecendo uma bolsa de grife como um suborno por sua ausência. Eu o confrontei diretamente: "Você está tendo um caso com a Ana?" Ele negou, desdenhando da minha desconfiança, me acusando de ser amarga, de afastar até nosso filho. A humilhação de ter sido impedida de buscar João na escola por sua ordem, porque "eu faria uma cena", ainda ardia. Ele se inflamou em raiva, gritando que eu não sabia "ser a esposa de Pedro Silva", que eu o envergonhava. Em meio à fúria dele, uma clareza fria me atingiu: não havia mais dor, apenas um vazio profundo. Então, com a voz mais calma e firme que consegui reunir, revelei a verdade que o mergulhou no mais absoluto silêncio: "Eu tive um aborto espontâneo hoje."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10