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Renascendo Após o Fim

Capítulo 2 

Palavras: 912    |    Lançado em: 08/07/2025

versário começou com uma

mpanheiro constante. Pedro havia saído cedo para uma reunião importante. Ele me de

r pi

se aguda, me dobrando ao meio.

co me

edo. Ainda não tinha contado a Pedro. Eu não sabia como. Com

uei para ele. A chamada

vo. E de nov

liguei d

, passei pela emergência, pelos exames, pela u

"Sinto muito, senhora. Não h

s, peguei meu celular por hábito e abri uma rede social. A prime

nho, e ele tinha a mão levemente à frente dela, como se a estivesse protegendo de alguém que insistia em oferece

eu estava dobrada de dor no chão do ban

que estava ocupado sendo um "verdad

tiva. Não foi a dor da perda do bebê, que era real e avassala

ueria um momento para me despedir, u

nti a

io por essa pequena vida não ter que nascer em um l

do hospital, que a decis

rosto de Pedro estava pálido. Ele

e você disse?"

para o hospital sozinha. Tive uma cirurgia. Ligu

o. Ele sabia. Ele sabi

união importante", ele disse, a d

Você estava protegendo a Ana de beb

ingi-lo. Ele deu um passo em

a, e

dele mudou. A culpa foi substituí

a voz subindo de tom novamente. "Você nem tinha me

ara trás, criando distâ

saindo da boca dele como veneno. "Nós não estamos

ele não se importava. A perda do nosso filho era, para e

Eu apenas senti o último fio q

disse, minha voz a

z, pela primeira vez, um pingo de medo. O

ara me manipula

iso oco e s

. Eu não quero m

que se transformaram em cinzas. Fui até o nosso quarto, peguei uma pequena mala que

mas roupas, meus documentos, o po

le estava parado no mes

a, sem olhar para trás. Caminhei até a

cada. Ele andou pela casa, procurando por um sinal dela. As rosas ainda estavam lá, começando

da não estava e

na casa, um silêncio que gritava mais alto do que qualquer briga. E pela

-

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Renascendo Após o Fim
Renascendo Após o Fim
“Oito anos de casamento. No dia do nosso aniversário, Pedro Silva me presenteou com novecentas e noventa e nove rosas vermelhas, quase sufocando a sala com seu perfume. Qualquer outra mulher choraria de emoção, mas meu coração estava frio como uma pedra de gelo, afinal, eu acabara de receber alta do hospital após uma cirurgia. Disquei o número dele e uma jovem atendeu, a voz de Ana, sua secretária, chorosa e acusatória: "Dona Silva... me desculpe... foi tudo culpa minha." Ao fundo, a voz de Pedro, terna e consoladora: "Não chore, não foi culpa sua. Fique tranquila, eu resolvo." Minutos depois, ele finalmente atendeu, mas sua voz era fria, desprovida de qualquer afeto: "O que você quer?" Foi então que a bomba explodiu: "Pedro, vamos nos divorciar." Ele não hesitou, apenas respondeu com uma indiferença cortante: "Como você deseja." E desligou. Naquela noite, o cheiro de álcool caro e o perfume feminino de Ana impregnavam seu terno. Ele se sentou ao meu lado, oferecendo uma bolsa de grife como um suborno por sua ausência. Eu o confrontei diretamente: "Você está tendo um caso com a Ana?" Ele negou, desdenhando da minha desconfiança, me acusando de ser amarga, de afastar até nosso filho. A humilhação de ter sido impedida de buscar João na escola por sua ordem, porque "eu faria uma cena", ainda ardia. Ele se inflamou em raiva, gritando que eu não sabia "ser a esposa de Pedro Silva", que eu o envergonhava. Em meio à fúria dele, uma clareza fria me atingiu: não havia mais dor, apenas um vazio profundo. Então, com a voz mais calma e firme que consegui reunir, revelei a verdade que o mergulhou no mais absoluto silêncio: "Eu tive um aborto espontâneo hoje."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10