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A Neta Perdida: Vingança

Capítulo 2 

Palavras: 959    |    Lançado em: 08/07/2025

do uma tigela de metal com algo que parecia um caldo ralo e um ped

denou, sem me

ndo a cada movimento. Fui até ele, mas não para

u disse, minha voz firme,

iu a test

? Tá no m

u sei quem eu sou. Você e sua mãe co

olhos dele, mas foi rápido. Ele ten

sa que é? A rain

ha. Neta do seu Sebas

sapareceu. Ele deu um passo para trás, o rosto pálido. Lá fora, no quintal, ouvi a mãe dele grit

edo se misturand

ouca. A moça que te trouxe dis

Assim como vocês", eu disse, avançando um passo. "Vocês não sabem com quem se me

va visivelmente abalado. Ele abriu a boca para falar, mas

aqui? Por que essa vag

trêmula. "Ela tá dizendo q

a baixo, meu cabelo emaranhado, minhas roupas sujas e rasgadas, os hemat

nheço a família do seu Sebastião. Os netos dele são tudo gente fina, da cidade. Não uma coitada suja c

pra cidade há muito tempo...", Zé argumen

dele nunca ia deixar uma neta largada por aí. E mesmo que fosse, olhe pra ela! Tá im

tei ex

ão venho aqui desde criança, por isso vocês não me reconhe

as coisas. A velha me olh

mais olhou pra trás. Virou doutor na cidade grande. Acha mesmo que a filha de um doutor ia and

em não sabia a verdade. Minha situação parecia absurda. A traição de Joan

reditavam em mim. Eles não queriam acreditar. A

a desesperada. Tá tentando s

ha direção, o o

ventar histórias, vou te dar u

meçou a me arrastar para fora

e arrepender! Meu avô

meio do quintal de terra batida. Alguns vizinhos curiosos olh

isesse ouvir, "tá se dizendo neta do seu

or rostos hostis e zombeteiros. Em um ato de puro desesper

SOCORRO! SOU E

costas. Zé tinha pegado um pedaço de pau e me acertado

oca!", ele gritou, o medo

satisfeito da mãe dele, enquanto os vizinhos se dispersavam, convencidos de que eu era apenas uma noiva louca e problemática. A

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A Neta Perdida: Vingança
A Neta Perdida: Vingança
“Joana, minha melhor amiga, sempre sorridente e doce, me ofereceu uma bala antes da longa viagem. Eu a comi, e em minutos, a paisagem se transformou em borrões enquanto minha cabeça pesava, um sono incontrolável me dominando. Acordei em um quarto sujo e escuro, amarrada e com uma dor lancinante, confrontada por uma mulher velha de olhos maldosos e um homem com cara de poucos amigos. "A Joana? Aquela sua amiguinha te vendeu pra nós. Agora você é a noiva do meu filho, Zé." A risada rascante da velha ecoava nas minhas orelhas, enquanto o mundo girava: vendida? Noiva? Não podia ser. Joana, minha melhor amiga, havia me entregue por dinheiro, dizendo que eu era órfã, sem ter para onde ir. A humilhação de ser tratada como um pedaço de carne, de ser espancada e silenciada, era insuportável, e minha verdade parecia a maior das mentiras, ignorada e ridicularizada por todos. O desespero me consumia, mas um cheiro familiar de manga, o som de um rio e o contorno de uma montanha distante me atingiram como um raio: eu estava na vila dos meus avós, Sebastião e Clara. Eu não era uma órfã qualquer, uma "putinha da cidade". Eu era a neta deles, e eles haviam me vendido para o único lugar no mundo onde eu não seria uma vítima. A raiva me incendiou: o jogo havia virado, e eles ainda não sabiam com quem realmente haviam se metido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10