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A Neta Perdida: Vingança

Capítulo 3 

Palavras: 911    |    Lançado em: 08/07/2025

ou como um furacão. Ele não era o Zé. Era mais alto, mais limpo, e seus olhos, apesar de assustados, não tinham a malda

perguntou, a voz carregada de reprovaç

na hora, apesar de ele ter se tornado um homem. A esperança

nha voz rouca e fraca

to em seus olhos. Apenas pena e estranheza. Como poderia? A última vez que ele me viu, eu era um

franzindo a testa. "Que Ma

no estômago. A esperança que floresc

trado logo atrás de Léo,

a expressão de preocupação. "Desde que chegou aqui, não para de inventar essas h

e era um bom rapaz, eu sabia disso. Mas a situação era bizarra demais

", Zé acrescentou, tentando se justifica

ou para mim de novo, uma mistura de pena e desconfiança. "Olha, senhora, eu não sei que

uma cara d

nheiro? A gente já pagou po

oda a situação. Ele não sabia o que fazer. Ele não acr

ele disse, antes de se virar e sa

último fio de esper

iu, um sorriso v

sua própria 'família'", ela zombou. "

o nos fundos do quintal. Era um antigo depósito de ferramentas, ainda mais sujo e escuro que o

ar", a velha disse, antes de fechar a porta pe

eira podre. O desespero ameaçou me consumir. Chorei por um tempo, deixando a dor e a frustr

adeira, metal, teias de aranha. E então, meus dedos se fecharam em torno de algo frio e curvo. Uma foice.

oder. Sentei-me no chão, de costas para a parede mais distante da porta, e segurei

s, a silhueta do Zé se projetou contra a luz d

cê não tentar fugir de novo", ele disse, a vo

proximou, eu le

", eu disse, a voz

arregalados, fixos n

sso, sua

cortar sua garganta", ameacei. Eu não sabia se teria co

ropeçando nos

ou, correndo par

Uma pequena vitória, mas no meu inferno particular, era tudo. Pela primeira vez desde que che

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A Neta Perdida: Vingança
A Neta Perdida: Vingança
“Joana, minha melhor amiga, sempre sorridente e doce, me ofereceu uma bala antes da longa viagem. Eu a comi, e em minutos, a paisagem se transformou em borrões enquanto minha cabeça pesava, um sono incontrolável me dominando. Acordei em um quarto sujo e escuro, amarrada e com uma dor lancinante, confrontada por uma mulher velha de olhos maldosos e um homem com cara de poucos amigos. "A Joana? Aquela sua amiguinha te vendeu pra nós. Agora você é a noiva do meu filho, Zé." A risada rascante da velha ecoava nas minhas orelhas, enquanto o mundo girava: vendida? Noiva? Não podia ser. Joana, minha melhor amiga, havia me entregue por dinheiro, dizendo que eu era órfã, sem ter para onde ir. A humilhação de ser tratada como um pedaço de carne, de ser espancada e silenciada, era insuportável, e minha verdade parecia a maior das mentiras, ignorada e ridicularizada por todos. O desespero me consumia, mas um cheiro familiar de manga, o som de um rio e o contorno de uma montanha distante me atingiram como um raio: eu estava na vila dos meus avós, Sebastião e Clara. Eu não era uma órfã qualquer, uma "putinha da cidade". Eu era a neta deles, e eles haviam me vendido para o único lugar no mundo onde eu não seria uma vítima. A raiva me incendiou: o jogo havia virado, e eles ainda não sabiam com quem realmente haviam se metido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10