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Clara e o Preço da Traição

Capítulo 2 

Palavras: 662    |    Lançado em: 08/07/2025

, comecei a mov

a a me trair. Foi ela quem, a mando de Clara, começou a adicionar "ervas

u e fez uma

ra, ch

o você me serve?" eu p

confusa co

asou e veio para a mansão

, e vi um brilho de orgulho em seus olhos. "Acho que seu

se intensificou, mist

nho

ente agora, com tantas coisas acontecendo na corte. Eu estava pensando..

o e poder, muito acima de ser uma simples criada de quarto. Era uma oportunidade de ouvir

mbição dela era

senhora. A senhorita Clara disse que isso fortalecerá o bebê." As mentiras dela queimaram em minh

ia a ela uma oport

iosa em seu rosto, eu sa

l honra. Meu dever é servi-la," ela diss

de ao príncipe. Pense nisso como uma extensão de seus deveres. Você estará me ajuda

rfeita. E a isc

aquele dia,

para ajudar a garantir su

ma sobrancel

nti

Gostaria de transferi-la para o seu escritório. Ela pode servir seu chá, organizar seus papéis e

ranziu

al? Por que você

colocando uma mão protetora sobre minha barriga. "Com ela lá, eu ficarei mais tr

a família real. A ideia de ter uma espiã que respondia à sua esposa, que p

Sofia. Sua mente para

consigo mesmo por ter

alhava na cozinha, veio me ver. Ela se

har no escritório do príncipe! Nunca sonhamos c

evantar, um sorris

. Ela é uma

a, cheia de orgulho, eu olhe

utra cobra. Deixem que se mordam. Deixem que o veneno se e

o do meu plano

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Clara e o Preço da Traição
Clara e o Preço da Traição
“A dor fantasma no meu útero me acordou, trazendo à tona o horror de um passado que parecia ter me abandonado. Minha barriga estava lisa, vazia, mas a imagem do meu filho, azul e sem vida, e o cheiro de sangue inundando o quarto ressurgiram com força devastadora. Ali, no limiar da minha morte, estava Clara, minha amada irmã adotiva, com um sorriso vitorioso e palavras que ecoavam: "Como posso deixar uma bastarda me dominar? A culpa é dela e daquele bastardo por estarem no meu caminho!" Eu havia sido traída, humilhada e vista perecer pelas mãos das pessoas em quem mais confiava: Clara e Lucas, o Quarto Príncipe, meu marido. Mas, de repente, abri os olhos. O sol da manhã entrava pela janela do meu quarto na mansão, e uma criada sorridente anunciou: "Senhora, está grávida." As mesmas palavras que marcaram o início do meu fim, agora o começo da minha segunda chance. Eu renasci. Desta vez, não haveria ingenuidade, apenas uma frieza calculista. O jogo tinha recomeçado e, agora, eu controlaria cada movimento.”