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Liberta: Amor de Verdade

Capítulo 3 

Palavras: 863    |    Lançado em: 08/07/2025

a estava sentada sozinha, lendo um livro. De repente, uma sombra

çando e derramando o líquido escuro e pe

par a mancha que se espalhava rapidamente

me desculpe mesmo! Que desastre. Espere, eu tenho uma

to mais cara e bonita do que qualquer coisa que Sofia possuía. A insistência de Jul

enquanto saía do vesti

of

oração deu um salto involuntário, um reflexo estúpido de um amor que já dev

, o rosto fechad

fazendo com a b

"Ela... ela derramou refrigerant

se faça de inocente. Eu te conheço. Você sempre foi assim, invejosa.

tão injustas, que ela ficou sem fala. Ele a conhecia? A

e", ela conseguiu

"Eu sei exatamente o tipo de pessoa que

transformou em uma clareza fria e cortante. O homem na sua frente não era apenas um e

momento, Jul

viu a tensão no ar. "Ah, Sofia, a blu

nte. A carranca desapareceu, substit

conversando com a Sofia. P

ana explicou alegremente. "Eu estraguei a b

laro. Você é tão gentil, meu amor. Não se preocupe com isso." Ele olho

ora. Para ele, ela era uma ladra invejosa. Para Juliana, ele era o noivo perfeito.

til. Ela apenas deu um aceno de cabeça para Juliana e se virou, indo e

dor tinha se transformado em alg

dadas pela fábrica, trocavam beijos nos corredores. Cada demonstração pública de afeto era uma tortura para os outros, mas pa

zumbido baixo e constante. E com

ia abandonado por causa de Lucas. Naquela época, ele dizia que era uma

úsi

ara. Ela tocava violão e gaita com uma habilidade que surpreendia a todos. Mas ela tinha guard

o havia m

ados, encontraram as cordas. Ela se lembrou de uma competição, o festival de artes da

la não perder

havia sacrificado por um amor que nunca existiu. Seu futuro não seria defi

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Liberta: Amor de Verdade
Liberta: Amor de Verdade
“O cheiro de desinfetante e o zumbido fraco do ventilador me disseram que eu estava acordando, mas não era no meu leito de morte no hospital. Abri os olhos e me vi na minha antiga cama de solteiro, o papel de parede de florzinhas amarelas me encarando. Era 1985, eu havia renascido, voltado trinta anos no tempo, e meu primeiro pensamento de alegria foi por Lucas, meu amor da vida passada, a quem procurei imediatamente com o coração disparado. Porém, naquele exato dia, na estação lotada, ele não apenas passou direto por mim como se fôssemos estranhos, mas se ajoelhou diante de Juliana, a "flor da fábrica", pedindo-a em casamento. Meu mundo desabou, as promessas sussurradas em meu leito de morte ecoavam vazias, e a dor da traição me sufocou, revelando que ele não apenas me esqueceu, mas parecia ter renascido para corrigir o "erro" de não ter escolhido uma vida mais conveniente, o que me fez questionar se o nosso amor realmente existiu ou se fui apenas um degrau em sua ascensão. A traição se tornou raiva fria quando Lucas me acusou de inveja e mesquinharia, provando que ele nunca me conheceu de verdade, e que o homem que eu amava era uma ilusão, uma mentira que ele construiu usando-me. Mas esse mesmo Lucas, ao tentar novamente me sabotar em uma competição de música, me abriu a porta para uma oportunidade muito maior, um novo caminho que eu mesma trilharia, livre das sombras do passado e daquele que um dia chamei de meu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10