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Liberta: Amor de Verdade

Capítulo 2 

Palavras: 888    |    Lançado em: 08/07/2025

de Sofia

ltidão. As pessoas empurravam, parabenizavam, celebravam o casal perfeito. Lucas colocou o a

edor se tornou um zumbido distante, como se ela estivesse debaixo d'água. Cada detalhe da cena se gravou

vida, chorou em seu leito de

e virou e correu, abrindo caminho a força pela multidão, ignorando os olhare

é o chão, as costas contra a madeira, e finalmente se permitiu desmoronar. As lágr

bateu

o que aconteceu

s palavras estavam presas em sua

a a porta.

mou por toda uma vida, o homem que prometeu esperar por ela, tinha acabado de pedir ou

hida no chão, até qu

, mal falava. Sua mãe a observava com preocupação, mas não a pressi

começou a reexaminar tudo, a olhar para o passado com os olhos abertos

disse que foi por causa de seu trabalho duro. Mas agora, ela se lembr

Ele sempre mencionava como a família de Juliana era influente, como eles tinham "sorte

manchado. O que ela pensava ser amor, talvez fosse apenas conveniência. Ela era a garo

ingiu com a fo

", aos olhos dele, era não ter ficado com Juliana, a mulher que poderia lhe dar a vida de sucesso que ele tanto d

eza deu lugar a uma sensação avassaladora de te

magra, com olheiras profundas, mas havia uma nova determinação em seus olhos. El

desc

apenas a

minha filha. Tud

lugar estava fervilhando com a fofoca do noivado. Em ca

? Dizem que cust

omprou para ela um rádio importado, só porque ela

, quando pediu a Lucas um simples par de sapatos novos porque os seus estavam furados. Ele reclamou do

eroso ou romântico. Ele simple

. A imagem do Lucas que ela amava, o homem gentil e carinhoso de suas memórias, se des

emanas, mas gradualmente, o barulho dimi

no trabalho, em pequenas coisas. O futuro que ela imaginava com Lucas se foi,

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Liberta: Amor de Verdade
Liberta: Amor de Verdade
“O cheiro de desinfetante e o zumbido fraco do ventilador me disseram que eu estava acordando, mas não era no meu leito de morte no hospital. Abri os olhos e me vi na minha antiga cama de solteiro, o papel de parede de florzinhas amarelas me encarando. Era 1985, eu havia renascido, voltado trinta anos no tempo, e meu primeiro pensamento de alegria foi por Lucas, meu amor da vida passada, a quem procurei imediatamente com o coração disparado. Porém, naquele exato dia, na estação lotada, ele não apenas passou direto por mim como se fôssemos estranhos, mas se ajoelhou diante de Juliana, a "flor da fábrica", pedindo-a em casamento. Meu mundo desabou, as promessas sussurradas em meu leito de morte ecoavam vazias, e a dor da traição me sufocou, revelando que ele não apenas me esqueceu, mas parecia ter renascido para corrigir o "erro" de não ter escolhido uma vida mais conveniente, o que me fez questionar se o nosso amor realmente existiu ou se fui apenas um degrau em sua ascensão. A traição se tornou raiva fria quando Lucas me acusou de inveja e mesquinharia, provando que ele nunca me conheceu de verdade, e que o homem que eu amava era uma ilusão, uma mentira que ele construiu usando-me. Mas esse mesmo Lucas, ao tentar novamente me sabotar em uma competição de música, me abriu a porta para uma oportunidade muito maior, um novo caminho que eu mesma trilharia, livre das sombras do passado e daquele que um dia chamei de meu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10