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Amor e Humilhação: O Preço

Capítulo 2 

Palavras: 805    |    Lançado em: 08/07/2025

da pequena casa de João, um farol de

e silenciando, e entrou em casa, trazend

mendando uma das camisas de trabalho dele. O ch

na ponta do nariz, e um sorriso g

ire essa roupa" , ela disse, sua voz cheia de

quando ele era apenas um menino, um órfão sem ningué

so, tentando esconde

ó uma chuvi

atia generosa de bolo e uma xícara de café quente.

e só ela sabia fazer, ele quase e

elular vibrou

ão afundando ao ver a notific

ação de u

ário veneno

tente e arruinou minha noite. Não merece trab

ma batendo nele com força. Ele senti

na Lúcia perguntou, percebend

virou o celular para ela, que a

, um som pes

o, João. Existem pes

o. E se eu perder o emprego?" , a voz de João sa

até um pequeno armário antigo e

a caderneta de poupanç

le, "Aqui tem o dinheiro que eu guardei a vida toda. S

um aperto no peito. Ele sabia o que

heiro... é para enc

vo, e desta vez, a dor em

vem policial idealista, desapareceu sem deixar

do cada centavo que podia, na esperança de um dia contratar um

voz suave, mas firme, "Agora, a minha única família é vo

rça. A generosidade dela era tão gr

r, vó. Eu vou dar um

caderneta de

guia dormir. Ele se revirava na cama, a

até a cozinha para b

mindo, um sono agitado. Ao lado de sua cama, sobre

iu a cadernet

, uma foto ant

ovem de uniforme sorria, os olhos cheios

filho

isteza pela dor que sua av

de volta e saiu do

ope debaixo de seu travesseiro. Dentro, havia uma par

r emergência.

o, o coração pesado c

ue não podia simplesmente de

ego, mas pela honra de sua avó e pelo sacrif

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Amor e Humilhação: O Preço
Amor e Humilhação: O Preço
“A chuva fina e gelada batia no meu capacete, misturando-se ao suor enquanto eu costurava entre os carros, empurrando minha moto velha ao limite. Cada segundo era um centavo a menos, e o aplicativo zumbia com a notificação de atraso, uma luz vermelha que gritava fracasso. Quando cheguei ao prédio de luxo, o porteiro me olhou com desprezo, e no apartamento da cobertura, Carlos, o cliente, me esperava com uma expressão de impaciência. Ele leu em voz alta, com nojo, "Um 'kit intimidade' ," e balançou o pacote pequeno com a caixa de preservativos, como se fosse um troféu da minha incompetência. "Você está atrasado" , disse Carlos, com a voz cortante. "Desculpe, senhor, o trânsito estava impossível por causa da chuva", eu tentei explicar. Mas ele não me ouviu, e uma mulher, Sofia, apareceu, choramingando que eu "estragou tudo" . Carlos apontou o dedo para mim, ameaçando: "Eu vou reclamar no aplicativo, vou fazer você ser demitido. Gente como você precisa aprender a ter responsabilidade." Eu engoli em seco, o medo de perder o emprego que sustentava minha avó apertando meu peito, e ele jogou a gorjeta, uma nota amassada, no chão. Depois daquela humilhação, pensei que a pior parte tinha passado, mas então, Carlos e Sofia apareceram na porta da minha humilde casa, alegando que, por causa do meu atraso na entrega dos preservativos, Sofia estava grávida! "Cem mil reais" , Carlos disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo, exigindo uma indenização. Minha avó, Dona Lúcia, que me criou, apareceu na porta, e Sofia imediatamente a atacou: "Olha, amor! É a avó do criminoso! Ela deve ter ensinado a ele como ser irresponsável!" A raiva me dominou, mas os seguranças de Carlos me impediram de defendê-la. Eles me deram 24 horas para arrumar o dinheiro, ameaçando transformar nossas vidas em um inferno com o poder da internet. No dia seguinte, a loucura deles atingiu um novo nível: Sofia forjou um aborto, me acusando de agressão e de tentar matar o bebê. A cena era tão bizarra, tão descaradamente falsa, que eu fiquei sem palavras, enquanto os vizinhos me encaravam com julgamento. Eles usaram as redes sociais para me expor, me fazendo perder o emprego e transformando minha vida em um pesadelo público, com meu nome pichado em muros e nossa casa coberta de sangue de animal. Eu me sentia impotente, afogado em uma onda de calúnias que não tinha como parar. Mas o silêncio que se seguiu era ainda mais assustador. Foi então que o golpe final veio: Dona Lúcia, para me proteger, usou suas economias de uma vida inteira, o dinheiro que guardava para encontrar seu filho desaparecido, e entregou aos golpistas. Aquele dinheiro, a última esperança dela, foi usado para financiar o casamento luxuoso deles. Por que alguém seria capaz de tamanha crueldade e cinismo? A dor da minha avó acendeu uma fúria fria e cristalina em mim. Eles achavam que tinham vencido, mas deram-nos um prazo: a data do casamento. Eu peguei meu celular e liguei para meu amigo jornalista. "Eu tenho um plano. E eu vou precisar da sua ajuda."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10