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Destruição de Obras, Destruição de Alma

Capítulo 1 

Palavras: 1073    |    Lançado em: 08/07/2025

com muito esforço na casa da família Silva. Era o único lugar onde ela se sentia um pouco livre, cerca

ela vendia, o dinheiro ia para as mãos deles. Cada tarefa doméstica, cada favor, era uma obrig

do publicamente que estava procurando por sua filha biológica, perdida há muitos anos. E todas as pista

nto de vasos delicados quando ouviu a camp

a porta! Es

abia quem estava do outro lado. Tudo estava acontecendo

estido caro, sapatos de grife e uma bolsa que provavelmente valia mais do que

qui?", Patrícia perguntou, com uma v

ondeu Ana,

alar com eles. É um

ntrando na sala de estar. A Sra. Silva desceu as esca

Em que po

ara Ana, que ainda estava perto da porta,

rdo está procurando sua filha.

ua espinha. Era real. O pesadelo estava se tornando realidade, palavra p

atrícia para Ana. A ganância em seus ol

? A filha d

nço da bolsa para enxugar lágrimas que não existiam. "A história que minha mãe adoti

diretament

NA. Nós duas. Para acab

Silva, vendo seu castelo de cartas financeiro desmor

s estamos do seu lado. Você é nos

culando as probabilidades, avaliando qual das d

tensificou sua atuação. Ela se encol

sentindo perdida. Quando vi a notícia sobre o Dr. Ricardo, uma esp

O Sr. Silva, que tinha aparecido na sala atraído pela conversa, já e

ele murmurou

, que a resistência direta só a faria parecer cruel e

disse, a voz trêmula. "E se eu não fo

ediatamente a viu como um fardo em potencial, alguém que poderia perder seu "valor" a qualquer

a caiu, e Ana viu um brilho de puro ódio e triunfo. Durou menos de um segundo, mas foi o sufic

frida, de trabalhar desde cedo para sobreviver, de sonhar com uma família que a amasse. Tudo mentira. No sonho, Ana descobri

de Patrícia era muito mais dramática, muito mais in

efugiou em seu ateliê, o coração batendo forte não de medo, mas de uma raiva fria e calculista. Ela tinha uma exposição de artesanato local em

hores peças estavam no ciclo final de queima. Era um

sangue gelou. O visor estava quebrado, estilhaçado. Alguém o tinha atin

adas e deformadas pelo calor excessivo. O conjunto de chá, sua obra-prima, era

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Destruição de Obras, Destruição de Alma
Destruição de Obras, Destruição de Alma
“A poeira fina do ateliê de cerâmica parecia o véu da minha solidão, meu único refúgio na casa dos Silva, meus pais adotivos. Eles nunca me deixavam esquecer a "dívida" que eu tinha, cada peça que eu vendia era dinheiro para o bolso deles, e meu talento, apenas mão de obra gratuita. Mas então, a notícia bombástica: Dr. Ricardo, um empresário famoso, procurava sua filha biológica perdida, e todas as pistas apontavam para mim. A família Silva entrou em êxtase, não por mim, mas pela fortuna que esperavam. O pesadelo começou a se materializar quando Patrícia, uma moça deslumbrante e arrogante, surgiu à porta, afirmando ser a verdadeira filha de Ricardo. Ela exigiu um teste de DNA, e eu, por algum motivo, senti um frio na espinha, como se já tivesse vivido aquele momento. Os Silva, pálidos e confusos, viraram-se contra mim como abutres, já calculando suas novas probabilidades financeiras. Naquela noite, meu forno foi sabotado, minhas obras-primas destruídas, e eu sabia, era ela. Não bastasse a humilhação, Patrícia tentou me envenenar com um sanduíche laxante para que eu chegasse atrasada ao encontro com Dr. Ricardo, tudo para se posicionar como a "filha ideal". Eu deveria estar arrasada, mas algo era diferente. Eu me lembrava disso. Lembro-me de cada mentira, de cada passo cruel. Era como se eu tivesse tido um vislumbre do futuro, um pesadelo tão real que se tornou um aviso. Não era a primeira vez para mim. Desta vez, eu não seria a vítima. Aquele sanduíche envenenado não seria o meu desastre. Eu estava prestes a reescrever o roteiro, e Patrícia nem imaginava o que a esperava. Minha vingança começaria agora, e não seria doce, seria implacável.”