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Destruição de Obras, Destruição de Alma

Capítulo 2 

Palavras: 612    |    Lançado em: 08/07/2025

manhã com olheiras profundas, mas uma calma exterior que desconcertou a todos. Ela não

sar que tinha vencido a primeira batalha

ozinha, com um ar fa

seu forno. Que coisa terr

os, um brilho de satisfação em seus olhos

de qualquer c

ase engasgou. Ela apenas assentiu,

da, Pat

arreou, interro

m nos encontrar hoje. Todos nós

entou rapidamente,

vitar qualquer... desconforto. Patrícia, você vem conosco

ebrava no caminho. Ela chegava atrasada, suja e desesperada, enquanto Patrícia já tinha tido horas para encantar o Dr.

vez seria

com a voz mansa.

a da mesa, Patrícia

duíche embrulhado em um guardanapo. "Fiz pa

ntinha um laxante forte. Ela passava mal no ônibus, t

che, forçando um s

. você não precisa

firmeza. Era a prova. A pr

Assim que dobrou a esquina, viu o carro dos Silva passar por ela. Patrícia

Sr. Silva, que estava no banco de trás

desse sanduíche que você deu para

impaciente, arrancou o sanduíche da mão de Ana que

eu ve

embrulho e f

estragado.

uíche na lixeira mais próxima na calçada. Pa

, a ignorância e a grosseria do Sr. Silva podiam ser

tão deu meia-volta. Caminhou na direção oposta, sacou o celular do bolso e chamou um táxi.

elaxar pela primeira vez. Ela não estava mais seguindo o roteiro do pesad

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Destruição de Obras, Destruição de Alma
Destruição de Obras, Destruição de Alma
“A poeira fina do ateliê de cerâmica parecia o véu da minha solidão, meu único refúgio na casa dos Silva, meus pais adotivos. Eles nunca me deixavam esquecer a "dívida" que eu tinha, cada peça que eu vendia era dinheiro para o bolso deles, e meu talento, apenas mão de obra gratuita. Mas então, a notícia bombástica: Dr. Ricardo, um empresário famoso, procurava sua filha biológica perdida, e todas as pistas apontavam para mim. A família Silva entrou em êxtase, não por mim, mas pela fortuna que esperavam. O pesadelo começou a se materializar quando Patrícia, uma moça deslumbrante e arrogante, surgiu à porta, afirmando ser a verdadeira filha de Ricardo. Ela exigiu um teste de DNA, e eu, por algum motivo, senti um frio na espinha, como se já tivesse vivido aquele momento. Os Silva, pálidos e confusos, viraram-se contra mim como abutres, já calculando suas novas probabilidades financeiras. Naquela noite, meu forno foi sabotado, minhas obras-primas destruídas, e eu sabia, era ela. Não bastasse a humilhação, Patrícia tentou me envenenar com um sanduíche laxante para que eu chegasse atrasada ao encontro com Dr. Ricardo, tudo para se posicionar como a "filha ideal". Eu deveria estar arrasada, mas algo era diferente. Eu me lembrava disso. Lembro-me de cada mentira, de cada passo cruel. Era como se eu tivesse tido um vislumbre do futuro, um pesadelo tão real que se tornou um aviso. Não era a primeira vez para mim. Desta vez, eu não seria a vítima. Aquele sanduíche envenenado não seria o meu desastre. Eu estava prestes a reescrever o roteiro, e Patrícia nem imaginava o que a esperava. Minha vingança começaria agora, e não seria doce, seria implacável.”