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Destruição de Obras, Destruição de Alma

Capítulo 3 

Palavras: 732    |    Lançado em: 08/07/2025

mal dormida, a tensão e a raiva contida pesavam em seus ombros. Ela não se preocupou em arrumar

a de espera. Poucos minutos depois, a porta s

guiu esconder sua surpresa e irritação. Ela e

ão rápido?", perguntou a

orou", mentiu Ana

s simples, e um sorriso de escárnio surgiu em seus lábios.

sse Patrícia, com falsa compaixão.

. Ela se sentia superior, a venc

istinta, com cabelos grisalhos e um terno impecável, entrou na sala. Era o Dr. Ricardo. Ele não estava sozinho. Ao seu

Patrícia, que se preparara para encantar um homem solitário e carente, pareceu desconcertada. E

era isso que ela esperava. Uma família completa er

amente, mas seus olhos est

finalmente conhecê

ndo todos os outros, pegou

mirador do seu traba

pesadelo. Era real. O apoio que ela semp

a tentou sem sucesso contar sua história trist

sugeriu. Amanhã. Até lá, Ana, gostaria que você v

preferência. Patrícia ficou lívida

estava de saída, começou a arrumar suas poucas coisas em uma caixa de papelão. Suas

rou no quart

ada no batente da porta. "Não se acostume com o luxo. Assim

ontinuando a dob

a órfã que deu sorte por um tempo, mas seu tempo acabou. O lugar a

ma pequena escultura de um pássaro,

Quem compraria u

trícia jogou a escultura no

, depois para Patrícia. Não havia lágrimas

calma e firme. "Você pode mentir, enganar e roubar. Mas você nu

u e olhou Patr

ue será a última que você pa

ecuou um passo, surpresa com a súbita demonstração de fo

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Destruição de Obras, Destruição de Alma
Destruição de Obras, Destruição de Alma
“A poeira fina do ateliê de cerâmica parecia o véu da minha solidão, meu único refúgio na casa dos Silva, meus pais adotivos. Eles nunca me deixavam esquecer a "dívida" que eu tinha, cada peça que eu vendia era dinheiro para o bolso deles, e meu talento, apenas mão de obra gratuita. Mas então, a notícia bombástica: Dr. Ricardo, um empresário famoso, procurava sua filha biológica perdida, e todas as pistas apontavam para mim. A família Silva entrou em êxtase, não por mim, mas pela fortuna que esperavam. O pesadelo começou a se materializar quando Patrícia, uma moça deslumbrante e arrogante, surgiu à porta, afirmando ser a verdadeira filha de Ricardo. Ela exigiu um teste de DNA, e eu, por algum motivo, senti um frio na espinha, como se já tivesse vivido aquele momento. Os Silva, pálidos e confusos, viraram-se contra mim como abutres, já calculando suas novas probabilidades financeiras. Naquela noite, meu forno foi sabotado, minhas obras-primas destruídas, e eu sabia, era ela. Não bastasse a humilhação, Patrícia tentou me envenenar com um sanduíche laxante para que eu chegasse atrasada ao encontro com Dr. Ricardo, tudo para se posicionar como a "filha ideal". Eu deveria estar arrasada, mas algo era diferente. Eu me lembrava disso. Lembro-me de cada mentira, de cada passo cruel. Era como se eu tivesse tido um vislumbre do futuro, um pesadelo tão real que se tornou um aviso. Não era a primeira vez para mim. Desta vez, eu não seria a vítima. Aquele sanduíche envenenado não seria o meu desastre. Eu estava prestes a reescrever o roteiro, e Patrícia nem imaginava o que a esperava. Minha vingança começaria agora, e não seria doce, seria implacável.”