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Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade

Capítulo 3 

Palavras: 675    |    Lançado em: 08/07/2025

assaram em um

ensagens dele, mas t

ira à noite,

odemos co

soava

ocê quer,

e esperando na minha cidade natal para o Ano Novo. Eu queria que você fosse comi

ta era t

talvez. De ver um outro l

o sei,

até aluguei um carro melhor, mais confortável p

suficiente para ele. Ele insist

da minha mãe e o meu pró

manhã, ele apare

velho de sempre. O banco do passageiro estava ch

o" , disse ele com u

edro do início, o Pedro atenc

las no porta-malas

algumas horas, eu quase esqueci o incidente no

restaurante de beira de estrada, vi um

tado, com previsão de chuva congelada e nevascas pesada

a. "Uma nevasca. Talvez seja melhor a gente pegar um des

ra a TV e de

ó previsão do tempo, eles sempre exag

recomendando que as pessoas evit

sorriso dele era tranquilizador, mas

amos chegar antes da neve começar a cair de verdade. E mesmo que caia, vai ser

om tanta confiança, que eu me

e conhecia o caminho. E

para a

meçou a escurecer. A temp

neve começaram a da

omeçou!" , ele

ção dele er

do a paisagem em um borrão branco e perigoso,

satis

a do rádio, batucando os dedos no

se instalar no me

s carros à nossa frente diminuíam a velo

a velocidade constante, como se e

s parar no próximo posto

se lá" , ele respondeu, se

empestade que se formava ao nosso redor, era a

estava p

a feliz co

nsação de que aquilo nã

ra parte

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Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade
Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade
“"Minha mãe vai adorar isso, Duda. Ela sempre quis um convite para jantar na sua casa." Era o que Pedro dizia, os olhos brilhando enquanto ele me arrastava pelo shopping lotado em direção à joalheria mais cara. Ele prometia que usaria cada centavo de seu adiantamento do 13º para um presente "especial" para a mãe dele. Mas, ao ver o preço daquelas joias – doze mil reais –, um calafrio me percorreu. Isso era demais. Foi então que a bomba caiu. Pedro, supostamente o homem que eu amava, me confessou que havia "emprestado" todo o seu 13º salário para um amigo, em uma história convenientemente dramática. E, sem rodeios, ele olhou nos meus olhos e pediu: "Duda, meu amor, sei que você também recebeu seu adiantamento. Você poderia pagar por isso?" Naquele momento, tudo se desfez. Meu coração, antes transbordando de carinho, agora pulsava com uma mistura amarga de descrença e raiva. Enquanto eu tentava processar a audácia dele, uma voz familiar e cortante me atingiu pelas costas: "Maria Eduarda? O que você está fazendo aqui?" Era Dona Fátima, minha gerente de RH, que, com um sorriso de escárnio, começou a me humilhar publicamente: "Não me diga que você está hesitando, Maria Eduarda. Um homem fazendo um gesto tão nobre e você fica aí, contando moedas? Que mesquinhez!" Ela não parou. Para que todos ouvissem, declarou: "Pedro, não deixe ela te desanimar. Leve tudo! Sua mãe merece o melhor. Se ela não quer pagar, é problema dela. Um homem de verdade sabe o que fazer." Minha esperança de que Pedro me defenderia foi esmagada quando ele, em vez disso, usou a pressão dela para me chantagear: "Ela tem razão, Duda. É para a minha mãe. Você não vai fazer essa desfeita, vai? O que as pessoas vão pensar de você? Que você é uma namorada egoísta?" "Vamos, amor. Passe o cartão. É só dinheiro. Nosso amor vale mais do que isso, não vale?" A imagem do homem que eu amava se estilhaçou em mil pedaços. Ele não era meu namorado; era um manipulador, um aproveitador. E Dona Fátima, sua cúmplice. Minha alma gritou "Não!" Foi ali, naquele cenário de falsidade e humilhação, que uma decisão inabalável se formou em mim. Eu não pagaria. Não mais. Este foi o ponto de virada.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10