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Caminhos De Liberdade

Capítulo 3 

Palavras: 850    |    Lançado em: 08/07/2025

a. Um caixão minúsculo. Flores brancas

ado no chão do hospital. O que restava era um vazio gelado

ada. Clara, agarrada ao braço dele, soluçando discretamente em um lenço de grif

na de Pedro. Peguei um táxi de vol

porta até o chão, e o mundo desabou. A força que me sustentou durant

ho esta

ouviria sua primeira palavra. Nunca

ogando. Fiquei ali, encolhida no chão,

ign

novo, insistente. Dep

está aí. Abra a porta

a, como sempre. Com um esforço imen

ueno espaço. Seus olhos percorreram meu apar

o seu estado

er?" , minha vo

a de divórcio. Pense na reputação da fam

som seco e

, Elvira. E a única coisa com que

fria. "Mas a vida continua. Pedro precisa de

ue eu disse

a arquiteta de boa família. E quando a noiva troféu quebrou, quando

dela se

ava doente. Ele fez o que

ciumenta e cruel? Eu vi, Elvira. Eu vi como e

usa, respi

estava. Você só queria saber se o bebê era 'perfeito' . Se ele seria um 'herdeiro dig

edro chegando tarde em casa, cheirando a um perfume que não era o meu. Clara ligan

udo isso com sua pressão e suas expectativas impossíveis. Vocês doi

urdo! Clara ado

u por inveja, por ciúmes de uma vida que ela achava que eu

a nova força fluir em minha

vou até o fim. Eu quero a minha liberdade. Eu qu

omo pedras. Ela percebeu que suas tática

homem poderoso. Você não terá nada. Você sairá

o ártico. "Dinheiro não significa nada para mim agora. E minha di

ncio por um momen

Se é assim qu

o à porta. Antes de sair, ela par

ra você. Você escolheu a guerra, Ana.

deixando um silênci

me sentia no controle. A guerra podia ter começado, mas desta vez

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Caminhos De Liberdade
“O cheiro de tinta fresca no meu apartamento mal disfarçava o amargo sabor de recomeço: hoje era o único dia em que Pedro me permitia ver João, nosso filho. Eu estava tentando me reerguer da depressão pós-parto, mas ele e Clara, a "amiga" dele, insistiam em me manter afastada, dizendo que eu não tinha "condições". A última visita foi devastadora; João estava pálido, com uma mancha vermelha no rosto, e Clara o tratava com uma frieza assustadora, quase como um objeto. Pedro, indiferente, minimizou tudo como "drama" meu. A humilhação era visível, mas nada preparou meu coração de mãe para saber que uma semana depois, João, meu bebê, havia caído da escada e não resistido. No hospital, Pedro chegou com terno impecável, reclamando de uma reunião importante, e Clara se agarrou a ele em um choro forçado, enquanto eu desmoronava. A visão daquela farsa, da frieza dele e das lágrimas de crocodilo dela, me encheu de uma raiva gelada e cortante. Não houve hesitação: eu a puxei pelos cabelos e a esbofeteei, minha voz um grito rouco de dor e ódio. Pedro me afastou com desprezo, escolhendo Clara, a causadora da morte do nosso filho. Foi ali que a verdade se tornou dolorosamente clara: eu era apenas uma peça em seu jogo. Meu casamento era uma transação, e eu, descartável. Com o coração em pedaços e a alma blindada pela dor, declarei: "Eu quero o divórcio, Pedro. E juro, vocês vão pagar por isso." Deixei a mãe dele, que só se importava com a reputação da família, para trás, sabendo que a guerra tinha acabado de começar. Eu me recusei a ser a vítima e embarquei para Portugal, decidida a reconstruir minha vida e encontrar a justiça que me foi negada. Quando Pedro, um homem assombrado pela própria culpa, me encontrou em Portugal e tentou me coagir com um "nós podemos recomeçar", Ricardo, com quem havia construído uma amizade, me protegeu. Seu "Nosso jantar vai esfriar, querida" fez Pedro soltar meu braço, e finalmente, pude deixá-lo para trás. A partir daquele momento, sabia que minha nova vida começaria, e eu ergueria algo belo das ruínas que ele deixou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10