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Caminhos De Liberdade

Capítulo 4 

Palavras: 742    |    Lançado em: 08/07/2025

ecisão. Eu não podia ficar em um lugar onde cada esquin

iente, mas como amiga. Ele foi a única pessoa que m

seus olhos gentis cheios de

tanto pela sua perda

Ricardo. O

re o funeral, sobre a visita de Elvir

erromper. Quando terminei, ele f

sa certa, Ana. Você preci

o no início. Estávamos em uma praia, ao pôr do sol. Ele me segurou e disse que construiríamos um império juntos. Na ép

mbora, Ricardo. P

E talvez eu

gaveta e tir

lugar lindo, tranquilo. Eles têm um programa de residência para profissionais de diversas áreas que qu

Imagens de colinas verdes, de um m

ocê. Eles têm uma ótima biblioteca de arquitetura, inclusi

ar algo bonito em vez de viver em me

sei como agrade

ide-se. Reconstrua sua vida.

o pura e desintere

tal com um n

eu precisava faze

iva a haviam deixado frágil, mas sua mente ainda era lúcida. Ela se sacrificou mui

tada em uma cadeira de rod

João. Sobre a queda

eu rosto enrugado. Ela pegou minha

ilha. Minha q

o em sua voz, apena

mamãe. Eu sinto qu

. Aquele homem... Pedro... ele nunca te mereceu. Eu nunca gostei del

ação que eu nem sabia que

a, mamãe. Vou para Po

. Viva. Viva por você

rtou mi

da nossa antiga casa. É seu. Use-o

. O apoio dela, incondicional e abso

ficar bem. Eu vou construi

ei que

om um abraço ape

encial. Roupas, alguns livros, meu material de desenho.

instruções claras. Entregar os papéis do divórcio a Pedro. Sem

eu estava de pé na sala do meu apartamento, olhando p

ncerta, em direção a um fut

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Caminhos De Liberdade
Caminhos De Liberdade
“O cheiro de tinta fresca no meu apartamento mal disfarçava o amargo sabor de recomeço: hoje era o único dia em que Pedro me permitia ver João, nosso filho. Eu estava tentando me reerguer da depressão pós-parto, mas ele e Clara, a "amiga" dele, insistiam em me manter afastada, dizendo que eu não tinha "condições". A última visita foi devastadora; João estava pálido, com uma mancha vermelha no rosto, e Clara o tratava com uma frieza assustadora, quase como um objeto. Pedro, indiferente, minimizou tudo como "drama" meu. A humilhação era visível, mas nada preparou meu coração de mãe para saber que uma semana depois, João, meu bebê, havia caído da escada e não resistido. No hospital, Pedro chegou com terno impecável, reclamando de uma reunião importante, e Clara se agarrou a ele em um choro forçado, enquanto eu desmoronava. A visão daquela farsa, da frieza dele e das lágrimas de crocodilo dela, me encheu de uma raiva gelada e cortante. Não houve hesitação: eu a puxei pelos cabelos e a esbofeteei, minha voz um grito rouco de dor e ódio. Pedro me afastou com desprezo, escolhendo Clara, a causadora da morte do nosso filho. Foi ali que a verdade se tornou dolorosamente clara: eu era apenas uma peça em seu jogo. Meu casamento era uma transação, e eu, descartável. Com o coração em pedaços e a alma blindada pela dor, declarei: "Eu quero o divórcio, Pedro. E juro, vocês vão pagar por isso." Deixei a mãe dele, que só se importava com a reputação da família, para trás, sabendo que a guerra tinha acabado de começar. Eu me recusei a ser a vítima e embarquei para Portugal, decidida a reconstruir minha vida e encontrar a justiça que me foi negada. Quando Pedro, um homem assombrado pela própria culpa, me encontrou em Portugal e tentou me coagir com um "nós podemos recomeçar", Ricardo, com quem havia construído uma amizade, me protegeu. Seu "Nosso jantar vai esfriar, querida" fez Pedro soltar meu braço, e finalmente, pude deixá-lo para trás. A partir daquele momento, sabia que minha nova vida começaria, e eu ergueria algo belo das ruínas que ele deixou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10