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Jornalista de Guerra: Meu Destino

Capítulo 2 

Palavras: 808    |    Lançado em: 08/07/2025

e eu trabalhava como repórter investigativa. Era um homem mais velho, de cabelos grisalhos e ol

a de mogno maciço. O escritório dele

a traz aqui tão cedo?" ele p

, tentando man

conexão ou programa que facilite a transição para o jornalism

os óculos, pousando-os sobre a mesa, e

repetiu, a voz baixa. "Sofia, voc

senhor.

? O perigo é real. Não é como investigar a corrupção na prefeitura. As pessoas morrem. Nós perdemos jornalistas." A preocupa

Patrícia voltou à minha mente. A lembr

u pela metade" , respondi, minha voz ganhando força. "Eles viveram e morre

eus olhos experientes tentando ler além das minhas palavras.

um contato em uma agência em Londres que está sempre procurando por gente

e alívio e pavor. O caminho estava se abrindo,

Lucas, a voz dele transbordando uma ex

lão no terraço do hotel para a nossa festa de noivado! S

ha organizado uma festa de

tínhamos conversa

do. "Patrícia me ajudou a escolher a decoração, vai ficar perfeito. Você só p

A festa era mais

eu não se

voz. "Você ainda está amuada por causa daquele pedaço de metal? Sério? Patrícia está se sentindo culpa

ço de

inha espinha se intensificou. Não era mais tristeza, era um tipo de clareza gela

i. Minha voz saiu calma, contro

que você ia s

igou, sa

ga de correspondente tinha sido aceita para a primeira fase de entrevistas, online, na sexta-feira. Se tudo

para a rua movimentada lá embaixo. As pessoas iam e vinham, cada uma com sua própria história, seus próprios problemas. Eu senti uma solidã

noiva dócil e arrependida que ele queria, enquanto, secretamente, desmontava minha vida aqui, peça por peça.

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Jornalista de Guerra: Meu Destino
Jornalista de Guerra: Meu Destino
“A um mês do meu casamento, Lucas, meu noivo, estava constantemente grudado no celular, rindo das piadas de Patrícia, sua amiga de infância. Eu me sentia invisível, com a dor da perda do meu pai e irmão militares ainda me sufocando. Mas a invisibilidade se transformou em humilhação quando Patrícia, com sua voz estridente e alegria invasiva, decidiu aparecer sem avisar. Ela ignorou minha presença, jogou-se ao lado de Lucas no sofá e, como um furacão, virou minha vida de cabeça para baixo. Sem qualquer aviso, ela pegou meu pulso e, num ato brusco, quebrou o bracelete de prata. O bracelete que meu irmão me deu, seu amuleto da sorte, a única coisa física que me restava dele, estava agora em pedaços. Lucas, em vez de me defender, consolou Patrícia, minimizando a quebra do bracelete como um "acidente" e minha dor como "sensibilidade" . Ele me ignorou e a protegeu, me mandando "limpar a bagunça" . Como ele podia ser tão cego? Tão insensível? A dor no meu peito não era mais apenas luto, era uma ferida aberta pela traição dele, pela crueldade dela. Eu era um fardo, um inconveniente. Naquele momento, enquanto ele a consolava e as amigas dela me lançavam olhares de ódio, uma clareza gelada me atingiu. Eu não ia casar com ele. Eu não ia ser apagada lentamente. Em segredo, com meu braço quebrado pela fúria dela e a negligência dele, eu apliquei para uma vaga de correspondente de guerra. Era hora de encontrar a minha própria coragem, longe dali, longe deles. Eu não estava fugindo; estava me libertando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10