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Jornalista de Guerra: Meu Destino

Capítulo 3 

Palavras: 730    |    Lançado em: 08/07/2025

palpável. Lucas andava de um lado para o outro, ansioso, falando ao telefone

u para sua tia para c

sar na lavanderia pa

amor de Deus, tente parecer um pouco

caixão do nosso relacionamento. Eu apenas assentia, respond

i e olhei para os fragmentos de prata. A lembrança do meu irmão me atingiu com f

amuleto da sorte. Vai te ma

destruído. Uma lágrima solitária escorreu pe

u no quarto

Você está agindo como se o mundo tivesse acabado. Guarde isso e vá se ar

ara discutir. A briga já estava perdida há muito

as. Você tem ra

interpretando minha rendi

mas você precisa seguir em frent

uas amigas, rindo e falando alto, como se a casa fosse delas. Elas traz

fá e se aproximou, seu rosto u

e que você finalmente entendeu que eu não tive

a Lucas, que estava na cozinha,

a encarei. Meu silênc

doce desaparecendo. "Olha, eu estava pensando... talvez a gente

mão na minha bolsa, que estava ao meu la

so!" minha voz saiu mais

de volta, mas ela a s

Só quero

agmentos de prata se espalharam pelo seu colo

tá acontec

r, e a Sofia surtou!" Patríc

s pedaços de prata caíram no chão de madeira. E então, enquanto se virava para Lucas, ela pisou com força

madeira foi pequeno, quase insignifican

ra o pó de prata e o metal retorcido sob seu salto. O aviãozinho, o último sím

lhei para o rosto de Patrícia. Não havia aci

cas, que observava a cena

nha boca como um sopro, fraca, qu

trícia. Era para Lucas. Para o univer

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Jornalista de Guerra: Meu Destino
Jornalista de Guerra: Meu Destino
“A um mês do meu casamento, Lucas, meu noivo, estava constantemente grudado no celular, rindo das piadas de Patrícia, sua amiga de infância. Eu me sentia invisível, com a dor da perda do meu pai e irmão militares ainda me sufocando. Mas a invisibilidade se transformou em humilhação quando Patrícia, com sua voz estridente e alegria invasiva, decidiu aparecer sem avisar. Ela ignorou minha presença, jogou-se ao lado de Lucas no sofá e, como um furacão, virou minha vida de cabeça para baixo. Sem qualquer aviso, ela pegou meu pulso e, num ato brusco, quebrou o bracelete de prata. O bracelete que meu irmão me deu, seu amuleto da sorte, a única coisa física que me restava dele, estava agora em pedaços. Lucas, em vez de me defender, consolou Patrícia, minimizando a quebra do bracelete como um "acidente" e minha dor como "sensibilidade" . Ele me ignorou e a protegeu, me mandando "limpar a bagunça" . Como ele podia ser tão cego? Tão insensível? A dor no meu peito não era mais apenas luto, era uma ferida aberta pela traição dele, pela crueldade dela. Eu era um fardo, um inconveniente. Naquele momento, enquanto ele a consolava e as amigas dela me lançavam olhares de ódio, uma clareza gelada me atingiu. Eu não ia casar com ele. Eu não ia ser apagada lentamente. Em segredo, com meu braço quebrado pela fúria dela e a negligência dele, eu apliquei para uma vaga de correspondente de guerra. Era hora de encontrar a minha própria coragem, longe dali, longe deles. Eu não estava fugindo; estava me libertando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10