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Jornalista de Guerra: Meu Destino

Capítulo 4 

Palavras: 685    |    Lançado em: 08/07/2025

ou a chorar, um choro alto e

aços de Lucas. "Eu só tropecei! Sofia, por que você está m

m para o seu lado, lançando

amada Carla. "Patrícia só tem tentado ser

a outra, Mariana. "Todo mundo tem problemas. Supere

dor de Patrícia, me isolando completamente

costas, murmurando palavras de consolo no ouvido dela. Então, ele levan

e o que você fez. Você fez a Patrícia chorar no dia da nossa

de mim, me acusando, enquanto os restos esmagados do presente do meu irmão jaziam no chão

deria consertar aquilo. Nenhuma explicação poderia

ços falsos de Patrícia quebravam a quietude. Olhei para Lucas, para seu rosto contorcido de raiva, e o homem que eu ame

areceu enfurec

em pedir desculp

nuei em

u a cabeça,

a noite." Ele pegou Patrícia pela mão. "Vamos, Paty. Vam

as duas em uníssono, pegand

virou para mim uma última vez. Seu olhar v

a como gelo. "E quando nós voltarmos, espero

ique definitivo, me deixand

essa ba

, do meu passado, do meu amor. E então, um som estranho escapou dos meus

ça da minha própria dor, a bagunça que eles criavam. Eu era um inco

s lágrimas. A clareza era ofuscante. A decisão, que antes era um p

gunça. Eu iria deixá-la para

o por e-mail naquela mesma manhã, enquanto Lucas estava no banho. "Parabéns, Sofia. Su

an

cas voltasse, eu já estaria a quilômetros de distância, a caminho de uma vida que e

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Jornalista de Guerra: Meu Destino
Jornalista de Guerra: Meu Destino
“A um mês do meu casamento, Lucas, meu noivo, estava constantemente grudado no celular, rindo das piadas de Patrícia, sua amiga de infância. Eu me sentia invisível, com a dor da perda do meu pai e irmão militares ainda me sufocando. Mas a invisibilidade se transformou em humilhação quando Patrícia, com sua voz estridente e alegria invasiva, decidiu aparecer sem avisar. Ela ignorou minha presença, jogou-se ao lado de Lucas no sofá e, como um furacão, virou minha vida de cabeça para baixo. Sem qualquer aviso, ela pegou meu pulso e, num ato brusco, quebrou o bracelete de prata. O bracelete que meu irmão me deu, seu amuleto da sorte, a única coisa física que me restava dele, estava agora em pedaços. Lucas, em vez de me defender, consolou Patrícia, minimizando a quebra do bracelete como um "acidente" e minha dor como "sensibilidade" . Ele me ignorou e a protegeu, me mandando "limpar a bagunça" . Como ele podia ser tão cego? Tão insensível? A dor no meu peito não era mais apenas luto, era uma ferida aberta pela traição dele, pela crueldade dela. Eu era um fardo, um inconveniente. Naquele momento, enquanto ele a consolava e as amigas dela me lançavam olhares de ódio, uma clareza gelada me atingiu. Eu não ia casar com ele. Eu não ia ser apagada lentamente. Em segredo, com meu braço quebrado pela fúria dela e a negligência dele, eu apliquei para uma vaga de correspondente de guerra. Era hora de encontrar a minha própria coragem, longe dali, longe deles. Eu não estava fugindo; estava me libertando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10