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A Confeiteira da Revanche

Capítulo 3 

Palavras: 813    |    Lançado em: 08/07/2025

a qual a alta sociedade do Rio falava. As opiniões estavam divididas, mas a maioria

ital. Era modesto, nada como minha confeitaria glamorosa da vida passada, mas era meu. "O Senhor Almeida? Ele est

ha entrado em contato com a família Almeida. Miguel, o filho, era um arquiteto cético, mas s

do na porta do meu café com Ricardo a tiracolo. Sua voz era

ia. Ontem ela conseguiu ficar de pé por cinco minutos sem ajud

atural. As mãos dela tremiam levemente. Eram os sinais que eu conhecia da minha vida passada, os sinais do

iso que só eu entendia. "Às vezes, quando você sobe muito rápido, a queda

e se virou para sair, apoian

a criaram contagens regressivas. Casas de apostas onli

ao lado de sua cama e preparava uma pequena sobremesa. Uma mousse de chocolate amargo com pimenta, para estimular o que restava de seu s

ria no ar, uma onda invisível de restauração que penetrava na pele, nos pulmões, nas células. Era um proce

ticismo e fascínio. Sua mãe, Helena, chorava sile

ma semana depois. "Mas... as enfermeiras disseram que a pre

meço," e

elena me ligou, sua vo

ê precisa v

do para o monitor. Um dedo na mão do Senhor Almeida havia se mexido.

a mão, suas lágrimas molhando minha pele. "O

curos cheios de uma nova emoçã

do alto, contando a todos em sua mesa como ela logo estaria correndo uma maratona. Mas eu vi. Eu vi a maneira como sua mão

ivertindo," eu disse a Ricar

snou. "E ela está quase curad

esconder. A doença dela não está melhorando, Ricardo. Está se acelerando. O que quer que você esteja dando a ela, está apenas

imeira vez, eu vi uma sombra de medo em

a verdade venenosa que ele tentava tanto

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A Confeiteira da Revanche
A Confeiteira da Revanche
“O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama. Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva. Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas. Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento. Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10