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A Confeiteira da Revanche

Capítulo 4 

Palavras: 860    |    Lançado em: 08/07/2025

em uma esteira, Clara levantando pequenos pesos, Clara sorrindo para a câmera, proclamando sua recuperação milagrosa. Mas eu via a v

ma revista de fofocas. "Luana está apenas com inveja do meu progresso e do talento de Ricardo." Ricardo, por

e recentes de Clara, que a família tentou manter em segredo. Os marcadores inflamatórios estavam altíssimos. Havia traços de anf

está destruindo o corpo dela por den

do o envelope. "E a bomba v

r Almeida começou a apresentar mais sinais. Espasmos nos braços e pernas. Respostas pupilares à luz. E então, na v

icou paralisado, seu rosto uma máscara de incredulidade. O Senhor

u, sua voz um arranhão

e nunca mais fosse soltá-la. Miguel, o arquiteto cético e controlado, desabou em uma cadeira, o rosto entre as mãos, seus ombros tremendo com

a, eu me lembrava da minha obsessão na vida passada. Eu também ignorei os sinais, tão focada na "cura" que não vi a verdade. Eu não cometeria esse erro novame

le se lembrava de tudo até o momento em que entrou em coma. A notícia se espalhou pelo hospital. Os mesmos médicos que o declararam um caso perdido agora vinham ao seu quarto,

imo dia chegou. O di

doadores que acompanhavam a aposta. Estava lotado. Câmeras de TV, jornalistas,

ndo para a multidão. Um murmúrio de choque e admiração percorreu o público. As pessoas que apostaram contra mim estavam olhando

ância de sempre. Mas eu vi a tensão na mandíbula

, a quem tínhamos perdido a esperança, está conosco hoje, consciente e se recuperando

idão a

pouco. "Uma coincidência notável. Mas não prova

les. Mas quando eu olhei para ele, eu sab

ei para o me

arei, minha voz calma e clara. "Ricardo, a multidão está esperando. Cumpra sua parte do acord

encurralado. A multidão gritava, "Cumpra! Cumpra

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A Confeiteira da Revanche
A Confeiteira da Revanche
“O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama. Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva. Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas. Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento. Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10