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O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan

Capítulo 2 

Palavras: 516    |    Lançado em: 08/07/2025

va

Virei-me. Ela tinha-se aproximado, os seus olhos ve

sse que a sua 'esposa' nem sequer espero

ra isso," respondi,

ve a mim. Sabes, Raegan, às vezes tenho pena de ti. Pensas

testa, se

conversa casual. Ele viajou para o Brasil, no meio do Carnaval, só para mo trazer. Mas quando ele chegou, eu já estava com o

. Aquele que eu guardava como um te

m os teus amigos. O Hugo soube e foi até lá. Ele não entrou. Ficou do lado de fora, a ver-te pela janela, a rir com o

urioso, consumido pelo ciúme. E descarregou tudo em ti. Aposto que foi

sado vezes sem conta à procura de um sinal de afeto, eram todos mentira. Eram

em sair, mas engoli-as. Nã

isse eu, a minha voz surpreendentement

trás. A minha decisão estava tomada. Não havia mais

eus livros, os meus discos de Fado. Cada objeto parecia pertence

por uma das empregadas que ele tinha saído do hospital e se tinha mudado para um a

m vez de dor, senti uma estranha sensação de paz. A minha resolução

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O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan
O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan
“Casada há três anos com Hugo, meu coração ingénuo alimentava a esperança de que meu amor pudesse derreter o gelo de seu coração, apesar de ele nunca ter superado seu amor de infância, Vanessa. Era um casamento de conveniência, um contrato de três anos para ele consolidar seu império, e para mim, o fardo de ser a "Sra. Gordon". O acordo estava quase no fim. No entanto, o fundo do poço veio na festa de 30º aniversário de Hugo. Ofereci-lhe uma guitarra portuguesa feita à mão, uma peça de arte cheia de alma, enquanto Vanessa lhe deu um cachecol mal feito. A voz dele ressoou pela sala, declarando o cachecol o único presente com "verdadeiro sentimento". E, sem hesitar, ele esmagou a guitarra no chão. Meu coração partiu-se com ela. A humilhação foi pública, brutal. No dia seguinte, Hugo exigiu que eu entregasse o colar de esmeraldas da sua mãe a Vanessa. Mal eu o fiz, Vanessa enviou-me um vídeo, esmagando-o com um martelo, com um sorriso cruel. Fui confrontá-la, mas Hugo apareceu, atirou dinheiro aos meus pés e, pior, chantageou-me para que pedisse desculpa a Vanessa, ameaçando a licença da casa de Fados do meu pai. "Vanessa... peço desculpa," as palavras saíram como veneno. Eu, a mulher abandonada, humilhada e traída, estava a ser forçada a rastejar. Porquê? Por que razão eu, Raegan, aceitei tanta dor? Tudo desmoronou, mas naquele momento, algo mudou. A dor imensa abriu espaço para uma nova sensação, a das correntes a serem quebradas. Era o fim da ilusão. A partir daquele dia, eu não seria mais um escudo, uma sombra. Eu seria livre.”