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O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan

Capítulo 3 

Palavras: 555    |    Lançado em: 08/07/2025

e casa tocou. Era a governanta

ua presença para o jantar de família

a o seu neto. Suspirei. Ainda era, legalmente, a mulher d

," respondi

emóvel na mão, um sorriso nos lábios enquanto trocava mensagens. Com a Vanessa, sem

idro a partir. "Três anos de casamento e ainda não há s

ília à mesa baixaram os

arriscar a vida numa cirurgia perigosa por causa d

ão irritada. "Avó, já falámos sobre isto. A decisã

lidade. Ele não estava a defender-me; e

do de mim. "Tenho aqui uns remédios tradicionais.

proximou com uma pequena taça de porcelana

atriarca. Pela primeira vez em três

a. Eu não vou

. D. Matilde levantou-se lentamente, a su

é que d

minha fertilidade. O problema é que o seu neto nunca quis ter um filho comigo

ar a uma raiva gélida. "Insolente! Como

nto da sala e tirou algo de lá. Uma palmatória. Um

velhos e as tradições desta família

tinha voltado a olhar para o telemóvel, a rir de algo que a Vaness

era aguda, queimava. Mas eu não fiz um som. Suportei em silêncio, os meus olhos fixos na figura de Hugo, a rir ao telef

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O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan
O Eco da Humilhação: O Despertar de Raegan
“Casada há três anos com Hugo, meu coração ingénuo alimentava a esperança de que meu amor pudesse derreter o gelo de seu coração, apesar de ele nunca ter superado seu amor de infância, Vanessa. Era um casamento de conveniência, um contrato de três anos para ele consolidar seu império, e para mim, o fardo de ser a "Sra. Gordon". O acordo estava quase no fim. No entanto, o fundo do poço veio na festa de 30º aniversário de Hugo. Ofereci-lhe uma guitarra portuguesa feita à mão, uma peça de arte cheia de alma, enquanto Vanessa lhe deu um cachecol mal feito. A voz dele ressoou pela sala, declarando o cachecol o único presente com "verdadeiro sentimento". E, sem hesitar, ele esmagou a guitarra no chão. Meu coração partiu-se com ela. A humilhação foi pública, brutal. No dia seguinte, Hugo exigiu que eu entregasse o colar de esmeraldas da sua mãe a Vanessa. Mal eu o fiz, Vanessa enviou-me um vídeo, esmagando-o com um martelo, com um sorriso cruel. Fui confrontá-la, mas Hugo apareceu, atirou dinheiro aos meus pés e, pior, chantageou-me para que pedisse desculpa a Vanessa, ameaçando a licença da casa de Fados do meu pai. "Vanessa... peço desculpa," as palavras saíram como veneno. Eu, a mulher abandonada, humilhada e traída, estava a ser forçada a rastejar. Porquê? Por que razão eu, Raegan, aceitei tanta dor? Tudo desmoronou, mas naquele momento, algo mudou. A dor imensa abriu espaço para uma nova sensação, a das correntes a serem quebradas. Era o fim da ilusão. A partir daquele dia, eu não seria mais um escudo, uma sombra. Eu seria livre.”