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Adeus, Amor de Mentira

Capítulo 3 

Palavras: 895    |    Lançado em: 08/07/2025

Com a clareza recém-descoberta, Lucas começou a conectar os pon

e fotografia, hobbies que não tinham absolutamente nenhuma relevância para suas funções como assistente. Na época, ela argumentou que isso "ampliaria os horizontes dele e o tornaria u

nte de uma reunião geral, cerca de seis meses atrás. A chefe do departamento de RH, uma mulher competente e dedicada chamada Helena, co

lhou na frente d

ios se você não consegue fazer uma conta básica?", ela disse,

via a verdade: a crueldade dela era seletiva. Ela era implacável com qualquer um que não fizesse parte de seu círculo íntimo de favoritismo, enquanto Pedro podia fazer o que quisesse. Ele frequentemente chegava atrasad

. Na manhã seguinte, um e-mail oficial foi disparado para toda a empres

uma declaração

visionado por outro departamento, menos qualificado. A equipe de design de Lucas, incluindo Sofia e Rafael, os que fizeram os comentários online, foi

corporativo positivo", uma cláusula vaga e ameaçadora que todos sabiam a quem se dirigia. E, no final, a cereja do bolo: Ped

se transformar em um gelo pesado em suas veias. Ela não estava apenas o punindo, estava

uipe de design começo

am isso? É uma pi

jetos antigos? Ela quer qu

tos Especiais? Que projetos? Esco

s liderou a gente pra ganhar o maior contrato

a mensagem priv

o que essa bruxa faça. Isso é um absurdo comp

ção. Ele sentiu uma pontada de culpa. A lealdade deles estava

o jogo de Ana Clara em

eram seus colegas, seus protegidos. Ao puni-los, ela não estava apenas se vingando. Ela estava criando uma no

com quem você se importa vão pagar o preço. Volte a ser o me

a equipe o forçaria a se submeter, a engolir o orgulho, a

tava e

o prendia àquela empresa, seu senso de dever para com Ana Clara, havia se quebrado. Seu dever agora era para com as pessoas que con

rá-los

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Adeus, Amor de Mentira
Adeus, Amor de Mentira
“Lucas Silva finalmente sentiu o peso do mundo sair de seus ombros. Conseguiu o contrato multimilionário que salvaria a empresa de design de sua esposa, Ana Clara, pela enésima vez. Era seu ganso dos ovos de ouro, o verdadeiro gênio criativo por trás de todo sucesso dela. Cansado, mas eufórico, esperava agora o reconhecimento, talvez aquele relógio de luxo que tanto queria. Mas Ana Clara, com um sorrisinho condescendente, pegou uma caneta preta e, em seu pulso, desenhou um relógio infantil: "É um presente simbólico, querido. Sabe das nossas dificuldades financeiras." "Dificuldades financeiras." Enquanto a tinta preta parecia uma mancha humilhante em sua pele, a frase ecoava. Então, ao abrir o Instagram em casa, seu sangue gelou. A primeira postagem: Pedro Costa, assistente de Ana Clara, encostado em um carro esportivo luxuoso recém-comprado. A legenda dizia: "Obrigado, meu amor, pelo presente incrível! O verdadeiro amor da minha vida!" No reflexo do carro, a silhueta de Ana Clara, tirando a foto. Uma facada no estômago. Não havia dinheiro para um relógio para o marido que salvou a empresa, mas havia uma fortuna para um carro para o amante. A raiva fria e lúcida se instalou. Ele curtiu a postagem. O telefone tocou quase imediatamente. A voz de Ana Clara era pânico e irritação: "Lucas? Por que você curtiu a foto do Pedro? Está insinuando algo? É só um bônus." A hipocrisia, tão descarada. Um bônus que valia mais que seu salário anual! Sua voz saiu calma, gelada e irrevogável: "Ana Clara. Vamos nos divorciar." Ela riu, com escárnio. "Divórcio? Não seja dramático por causa de um carro, Lucas! Não tem senso de humor?" Ele desligou. Um cansaço de alma o invadiu. Por cinco anos, ele foi o ganso dos ovos de ouro, construindo o império dela com promessas vazias. Mas então, seu celular vibrou novamente. Sua equipe de design, seus colegas leais, tinham visto sua curtida. Eles estavam reagindo. Sofia, sua designer sênior, comentou na foto: "Meritocracia aqui é diferente, né? Enquanto o gênio que salvou a empresa ganhou um relógio de caneta..." Outros comentários ácidos se seguiram. Eles o defendiam. Um calor inesperado se espalhou por Lucas. Ele não estava sozinho. O telefone tocou de novo. Ana Clara, furiosa: "Lucas, o que você fez? Mande sua equipe apagar esses comentários! Se não, estarão todos na rua amanhã!" A ameaça era real. A barreira de gelo de Lucas finalmente se quebrou. "Você não vai tocar na minha equipe." Ele então se lembrou: Pedro não tinha qualificações. Ela o contratou por causa do relacionamento deles. Não era apenas traição, mas um esquema de longa data, onde ele financiava o caso de sua própria esposa. "O problema não é meu, Ana Clara. É seu." Ele desligou o chamada, bloqueando o número dela. Ele havia sido cego, um tolo. Mas agora, enxergava. Ela usava a lealdade dele como arma. Mas ela estava errada. A tentativa de manipulação teve o efeito oposto. Em vez de encurralado, Lucas sentiu-se libertado. Ele não se submeteria. A melhor maneira de protegê-los era tirá-los de lá. Naquela mesma tarde, Lucas chamou Sofia. "Se eu saísse desta empresa, quantos de vocês viriam comigo?" Sofia sorriu: "A pergunta não é quantos, Lucas. A pergunta é quando. Todos nós. Nós não trabalhamos para a 'Empresa Ana Clara Design'. Nós trabalhamos para Lucas Silva." Lucas respirou fundo. Ele pegou seu telefone. Ricardo Almeida, CEO da maior concorrente da empresa de Ana Clara. "Ricardo, aqui é Lucas Silva. Sua oferta ainda está de pé?" "Sempre. Diga-me o que você precisa." "Salários 30% maiores para minha equipe, bônus de contratação substancial e autonomia para mim como Diretor de Design." "Fechado. Vocês começam na próxima segunda." O peso de anos de manipulação finalmente se levantou. Ele não era um peão. Ele era a peça mais importante, e virara o jogo. Naquela noite, abriu o cofre. Pegou o acordo pré-nupcial que ela insistira. Ela o criara para se proteger, mas agora ele garantiria sua liberdade. Com determinação fria, começou a preparar os papéis do divórcio. Não haveria mais discussões. Apenas a lei.”
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