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Amores Perdidos: O Mar Chora

Capítulo 1 

Palavras: 714    |    Lançado em: 08/07/2025

tudo à distância, do meu barco que se aproximava do cais. Um grito, um som oco de pancada, e o corpo do meu filh

ois homens, capangas que eu conhecia de vista, ambos trabalhando para Ricardo Mendes, o dono da maior frota

?", gritei, a voz ra

mado Valdir, olhou para mim sem um pingo

tido onde não foi chamad

ambientais, forjando acusações contra nós, os pescadores artesanais, para tomar nossas áreas de pesca. Joã

me arrastando em direção ao meu

e gelou a alma. "Ricardo Mendes não gosta de testemunhas. O mole

de João. Seu rosto, que poucas horas antes sorria com a expectativa dos resultados

ussurrou, o som

i, segurando sua mão. "Vamos te levar

e dele manchava minhas mãos, minha camisa, minha alma. Era quent

orça que lhe restava. Seus olhos, já

da palavra uma luta. "Você... você tem que... r

aval para proteger homens como eu. Mesmo à beira da morte, sua preocupação era comigo. A pureza dele naquele momento tornou

vai para a universidade! Você vai ser

om uma cicatriz no rosto, bloqueou meu caminho. Ele fechou o portão de acesso ao cais,

ai", disse o homem da cic

vam meu nome, perguntavam o que estava acontecendo, mas não podiam passar. Estávamos presos. A ajud

Olhei para os dois homens, meus

co no lugar dele. Me matem, façam o que quiserem, mas chamem uma

m na madeira. Para eles, nossas vidas não valiam nada. Éramos apenas obstáculos nos negócios de um homem

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Amores Perdidos: O Mar Chora
Amores Perdidos: O Mar Chora
“O cheiro de maresia e a promessa de um futuro, era tudo que meu filho João e eu conhecíamos. Até que, num piscar de olhos, vi seu corpo tombar no cais, a vida escorrendo para a madeira. Os homens de Ricardo Mendes, o magnata que sufocava nossa vila, o mataram por ver o que não devia. Num último suspiro, João me pediu para "não me preocupar" com ele. Tentou, ainda ferido, realizar meu sonho de um "barco maior". Lutei, implorei por ajuda, mas a polícia me tratou como criminoso, meu barco foi apreendido, e até meu cunhado sugeriu que eu aceitasse o "dinheiro de compensação" do assassino de meu filho. Eles me roubaram tudo: meu filho, meu sustento, minha fé na justiça, até a honra de João, quando Ricardo jogou seu celular no mar, alegando que ele era um "idiota envolvido com drogas". Mas a dor me deu um novo propósito, uma frieza que nem a morte de um filho conseguiu apagar. Lembrei-me então da lenda do Anzol de Prata, um poder antigo concedido a poucos. E naquele dia, Pedro o pescador humilde, sumiu. Deu lugar ao Pedro que faria Ricardo Mendes e seus capangas aprenderem que o mar, ele sim, cobraria a dívida de sangue.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10