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A Verdade por Trás do Talismã

Capítulo 2 

Palavras: 690    |    Lançado em: 08/07/2025

ço com uma força surpreendente. Seus olh

elinquente daqui! E chame

i argumentar, minha voz treme

"Você queria era profanar este lugar!

cavam como abutres. As câmeras piscavam no meu rosto

ma repórter, agora com uma voz acusatória

tinha a ver com ela? Minha mente tentava conectar os

pânico subir pela minha garganta. Meu sorriso, que antes era

a fora da escola e me jogaram na calça

psicopata!", gritou o diret

s ecoavam na minha cabeça: "maldição", "mo

única pessoa que talvez pudesse m

ar no que aconteceu", disse

minha família até a cena na e

. Não faz o menor s

do mundo enlouqueceu.

m grande mal-entendido. Por que você não posta uma foto desse treco na internet? Um anúnci

Uma solução moderna p

", perguntei, agarrando-

e tudo. Poste com a hashtag da ci

s redes sociais, tirei uma foto nítida d

escola X, após o vestibular. Se for seu, por favor

ganhar tração. Compartilhamentos, curtidas, comentários. Senti

. Minha família, conhecida na cidade por sua influência e riqueza, era tradicional, talvez s

linhagem. Eles me amavam. Não podiam ter parado de me amar da noite pa

lar tocou. Era um número desconhecido, mas

voz estava embarg

monstro! O q

e acontece

você postou na internet, seu avô viu e passou mal! Ele es

ação

u. Meu avô. No h

inha

ia postado com tanta esperança. Aquele pequeno objeto de madeira não era um amuleto da sorte. Era uma

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A Verdade por Trás do Talismã
A Verdade por Trás do Talismã
“No dia do vestibular, eu, Pedro, me sentia o príncipe da minha família, o herdeiro que todos mimavam e confiavam, pronto para cumprir meu destino. Mas a vitória da aprovação se transformou no meu inferno pessoal, quando um talismã de madeira, idêntico ao da minha falecida irmã Ana, me jogou no abismo. "Seu desgraçado! Ingrato! Como você ousa trazer essa maldição para dentro da nossa casa?", gritou meu pai, arrancando-o da minha mão e jogando-o longe. Fui expulso de casa, chamado de "monstro" e "psicopata" pelo diretor da escola, ridicularizado por jornalistas, e até mesmo meu melhor amigo, Lucas, me viu com nojo. Eu me perguntava, desesperado, o que aquele simples pedaço de madeira tinha de tão terrível para virar minha vida de cabeça para baixo e me fazer ser acusado da morte do meu avô. Mas quando a escuridão da cela da delegacia me envolveu, a claustrofobia me atingiu, e memórias enterradas de um porão, do choro de Ana e do talismã que ela me deu, estouraram em minha mente, revelando uma verdade chocante: o talismã não era uma maldição, mas a chave, e eu me lembrava de tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 13