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A Verdade por Trás do Talismã

Capítulo 3 

Palavras: 754    |    Lançado em: 08/07/2025

r contra mim, cada sinal vermelho era uma tortura. A voz da minh

recepção

er meu avô, o

amília está na sala de espera do tercei

rri para as escadas, subindo

meus tios, minhas tias. Eles estavam agrupados perto da porta da UTI. Ao me verem

mover. Ele veio na minha dir

oragem de aparecer

tapa ecoou pelo corredor silencioso do hospital. Minha cabeça

murmurei

ia levantado

e gritou. "Você não é meu

novo do meu pai, me em

Você mato

rando com a incredulidade. Olhei para os rostos da minha fam

igou, veio até mim e cuspiu

assi

me olhava como se eu fosse um estranho, um inimigo. Seus olhos estavam c

m a voz rouca. "Alguém pode me exp

s de desprezo. Enfermeiras e outros visitantes pararam para olhar

insisti, tentando me levantar.

lismã os enfur

meu pai. "Não ouse menci

te, pensei que ela ia me ajudar. Em vez diss

apagar aquela foto agora!", ela ord

Eles não queriam que eu entendesse, eles queria

m força e a empurrei para trás, não com

Não antes de vocês m

agarrar. Minha mãe gritava para eu entregar

. Corri pelo corredor, desci as escadas correndo, com o

Não deixem

aída, mas eu o desviei e continuei correndo,

com o coração batendo descontroladamente no peito. O tapa, o

inho. Complet

i até o chão. Olhei para o meu celul

penas superstição. Havia um segredo ali. Um segredo terrível que eles estavam di

era da minha família. Era uma mensagem di

oto, com um nome d

u sangue gelar e, ao mesmo tempo

objeto. E sei o que e

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A Verdade por Trás do Talismã
A Verdade por Trás do Talismã
“No dia do vestibular, eu, Pedro, me sentia o príncipe da minha família, o herdeiro que todos mimavam e confiavam, pronto para cumprir meu destino. Mas a vitória da aprovação se transformou no meu inferno pessoal, quando um talismã de madeira, idêntico ao da minha falecida irmã Ana, me jogou no abismo. "Seu desgraçado! Ingrato! Como você ousa trazer essa maldição para dentro da nossa casa?", gritou meu pai, arrancando-o da minha mão e jogando-o longe. Fui expulso de casa, chamado de "monstro" e "psicopata" pelo diretor da escola, ridicularizado por jornalistas, e até mesmo meu melhor amigo, Lucas, me viu com nojo. Eu me perguntava, desesperado, o que aquele simples pedaço de madeira tinha de tão terrível para virar minha vida de cabeça para baixo e me fazer ser acusado da morte do meu avô. Mas quando a escuridão da cela da delegacia me envolveu, a claustrofobia me atingiu, e memórias enterradas de um porão, do choro de Ana e do talismã que ela me deu, estouraram em minha mente, revelando uma verdade chocante: o talismã não era uma maldição, mas a chave, e eu me lembrava de tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 13