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A Verdade por Trás do Talismã

Capítulo 4 

Palavras: 576    |    Lançado em: 08/07/2025

barato no outro lado da cidade. O quarto fedi

, mergulhei de cabeça na internet, tentando entend

ha explodido. Milhares de comentários,

agora! É um

so é um demônio

espíritos malignos.

m culto de magia n

pânico e associar o talismã a algo nefasto. Mas a mensagem que rece

ente. "Quem é você

ui. Mas se você quer a verdade, precisa investigar po

IPs era como um passatempo para mim. Usei as ferramentas qu

uena região da cidade, e a análise demográfica indicava que eram todos jovens, en

nviou um endereço. "E

ro comunitário em

magem do rosto furioso do meu pai, do olhar frio da minha mãe, se rep

para o endereço indicado. O lugar estava estranh

minha espinha. Vi o carro do meu pai. O do meu t

eto. Alguns usavam uma faixa de l

mesmos rostos das fotos de perfil que eu tinha visto onli

de luto e solenidade,

O que estava acontecendo? Por que estav

orar na vizinhança, passou por mim

ão é? Um homem t

o. "Com licença, senhor. O

triarca daquela família rica. Dizem que o neto desnaturado deu um susto tão

tingiram como um

u

rt

am. Minhas pernas fraquejaram. Olhei para a minha família de luto, para os jovens so

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A Verdade por Trás do Talismã
A Verdade por Trás do Talismã
“No dia do vestibular, eu, Pedro, me sentia o príncipe da minha família, o herdeiro que todos mimavam e confiavam, pronto para cumprir meu destino. Mas a vitória da aprovação se transformou no meu inferno pessoal, quando um talismã de madeira, idêntico ao da minha falecida irmã Ana, me jogou no abismo. "Seu desgraçado! Ingrato! Como você ousa trazer essa maldição para dentro da nossa casa?", gritou meu pai, arrancando-o da minha mão e jogando-o longe. Fui expulso de casa, chamado de "monstro" e "psicopata" pelo diretor da escola, ridicularizado por jornalistas, e até mesmo meu melhor amigo, Lucas, me viu com nojo. Eu me perguntava, desesperado, o que aquele simples pedaço de madeira tinha de tão terrível para virar minha vida de cabeça para baixo e me fazer ser acusado da morte do meu avô. Mas quando a escuridão da cela da delegacia me envolveu, a claustrofobia me atingiu, e memórias enterradas de um porão, do choro de Ana e do talismã que ela me deu, estouraram em minha mente, revelando uma verdade chocante: o talismã não era uma maldição, mas a chave, e eu me lembrava de tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 13