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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino

Capítulo 1 

Palavras: 689    |    Lançado em: 09/07/2025

êncio da noite no meu pequeno apartamento no Porto.

ele sofreu um acidente de mota.

não era nada comparado ao gelo que se espalhava pelas minhas veias. Larguei a guitarra, o

ir-me as narinas. Encontrei o corredor do quarto dele, mas pa

a Raelyn. Aposto que já

onso, o melhor

pela dor, mas cheia de desprezo. "Ela é a minha cadelinh

no ar. Senti uma dor aguda no peito, uma humilhação que me qu

desapareceu do rosto dos amigos dele. O Kieran olho

o Afonso com um sorriso tr

ecido. Porque não cantas um fado para nós? Algo sobre como el

ma fadista, o meu orgulho estava na minha música, na dor e na saudad

mbrei-me do Tiago. O casamento tinha de

eu, a minha v

comecei a cantar uma melodia improvisada, com letras que me rasgavam a alma a cada pa

minar, o Kieran interrompeu

essa porcaria. A

ou-me a

Douro, o que eu gosto. Tr

ei. A humilhação era um preço pequeno a pagar. Atravessei a cidade de volta ao

oso. Os amigos dele tinham ido embora. Aproxime

mim... Se voltares, eu cancelo o

rou-se com o cheiro do desinfetante, criando um aroma nauseante. O meu sangue gelou. A mão

ecânica soou na minha ca

o da miss

quilo, mesmo em sonhos, confirmou a verdade brutal. Eu era apena

tava. Nada di

riso, o seu toque, o som da sua risada. Ele era a minha única razão

do quarto. "Aguenta mais um po

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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
“O telefone tocou estridente no meu apartamento do Porto. Era o Afonso, amigo do Kieran. Ele sofreu um acidente de mota e estava no Hospital de São João. Corri para lá, o coração na garganta, apenas para ouvir a voz do Kieran do outro lado da porta entreaberta. "Raelyn? Aquela fadista idiota... ela é a minha cadelinha de fado. Nunca me deixaria, não importa o que eu faça." O meu mundo desabou. Cadelinha de fado. Mas não era por ele que eu estava ali. Respirei fundo e entrei, a humilhação queimando-me. "Canta um fado para nós," zombou o Afonso. "Sobre como ele é incrível e tu, nada." Era a tortura máxima, usar a minha arte para me ridicularizar. Curvei-me e cantei, elogiando-o e rebaixando-me. Até que ele atirou a carteira: "Traz-me leitão assado do Douro. Agora." Atravessei a cidade, quilómetros de humilhação, apenas para ouvi-lo sussurrar o nome dela no sono: "Fiona... se voltares, eu cancelo o casamento..." O prato de leitão caiu das minhas mãos, a verdade brutal esmagando-me. Eu era uma ferramenta, um peão. Mas não importava. Ele era apenas o preço. [Progressão da missão: 99%. Tiago, aguenta mais um pouco. Eu vou trazer-te de volta.] Quem é Tiago? E porque esta mulher sofreria tanto por uma missão assim?”