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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino

Capítulo 2 

Palavras: 613    |    Lançado em: 09/07/2025

hã entrava pela janela, iluminando o rosto do Kieran. Ele já estava acordado, a olhar para o telem

a ver fot

ona vai voltar do Brasil. Vai haver uma festa de boas-v

. Eu sabia o que aquilo significava: mais uma noite de humi

an, e

a mim, o seu olhar frio como gelo. "E veste

O cheiro a vinho do Porto e a comida cara pairava no ar. Eu sentia-me des

elo Afonso, cercou-nos. A Fiona estava com eles, deslumbrant

nova aquisição. Ela parece muito dedicada. Ouve, as regras da casa dizem que tens de beber um copo de Porto

m com um brilho m

a pode beber po

us lábios. Ele não disse nada, o que era uma resposta em si. A h

minha mão a tremer ligeiramente. O líquido escuro desceu a queimar pela minha garganta. Depois o segundo. E o terce

torrente violenta. Quando voltei, pálida e a tre

que tu mandas, não é? É co

Kieran, a sua voz cheia de arrogân

a dor, da verdade nua e crua das suas palavras. Eu era

z o seu grande anúncio, a

partilhar. Eu e o meu querido noivo, o maior magnat

pálido, os seus olhos fixos na Fiona com uma mistura de choque

, e arrastou-me para fora. Ele estava cego de raiva, e eu sabia que a noite estava l

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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
“O telefone tocou estridente no meu apartamento do Porto. Era o Afonso, amigo do Kieran. Ele sofreu um acidente de mota e estava no Hospital de São João. Corri para lá, o coração na garganta, apenas para ouvir a voz do Kieran do outro lado da porta entreaberta. "Raelyn? Aquela fadista idiota... ela é a minha cadelinha de fado. Nunca me deixaria, não importa o que eu faça." O meu mundo desabou. Cadelinha de fado. Mas não era por ele que eu estava ali. Respirei fundo e entrei, a humilhação queimando-me. "Canta um fado para nós," zombou o Afonso. "Sobre como ele é incrível e tu, nada." Era a tortura máxima, usar a minha arte para me ridicularizar. Curvei-me e cantei, elogiando-o e rebaixando-me. Até que ele atirou a carteira: "Traz-me leitão assado do Douro. Agora." Atravessei a cidade, quilómetros de humilhação, apenas para ouvi-lo sussurrar o nome dela no sono: "Fiona... se voltares, eu cancelo o casamento..." O prato de leitão caiu das minhas mãos, a verdade brutal esmagando-me. Eu era uma ferramenta, um peão. Mas não importava. Ele era apenas o preço. [Progressão da missão: 99%. Tiago, aguenta mais um pouco. Eu vou trazer-te de volta.] Quem é Tiago? E porque esta mulher sofreria tanto por uma missão assim?”