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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino

Capítulo 3 

Palavras: 563    |    Lançado em: 09/07/2025

o Kieran, a sua voz che

sta do Porto como um louco. Eu agarrei-me ao assento, o meu estômago a revirar-se c

inar furiosamente. Era um jogo perigoso, uma demonstração de

asfalto molhado, rodopiando em direção a um poste de betão. Por puro

beça e nas minhas costas. O som de metal a torcer-se e vid

o, mas em choque. A primeira coisa que ele fez foi olhar para o outro ca

mpurrando-me para o la

gemidos de dor. Eu estava caída no chão, o meu braço partido num ângulo estran

aótica. A Fiona tinha perdido muito sangue e precisava de uma tran

u à enfermeira, a

ém está ferida. Não

isse eu, tentan

de ser tratado por ferimento

isse ele, d

dico. "Acabou de ter um acident

importo!"

arrando no braço dele. "Dei

m-me para uma sala, e eu senti a agulha a entrar na minha veia. Fechei os olhos, sen

nforto. Ele nem sequer olhou na minha direção. Uma enfermeira que passava comentou com uma colega: "Que sorte

ão era a única coisa que me mantinha de pé. O m

almente falou comigo. Ele estava

Ela precisa de alguém pa

mbra invisível na casa da mulher que ele amava. Assent

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O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
O Peão do Sistema: Raelyn e o Seu Destino
“O telefone tocou estridente no meu apartamento do Porto. Era o Afonso, amigo do Kieran. Ele sofreu um acidente de mota e estava no Hospital de São João. Corri para lá, o coração na garganta, apenas para ouvir a voz do Kieran do outro lado da porta entreaberta. "Raelyn? Aquela fadista idiota... ela é a minha cadelinha de fado. Nunca me deixaria, não importa o que eu faça." O meu mundo desabou. Cadelinha de fado. Mas não era por ele que eu estava ali. Respirei fundo e entrei, a humilhação queimando-me. "Canta um fado para nós," zombou o Afonso. "Sobre como ele é incrível e tu, nada." Era a tortura máxima, usar a minha arte para me ridicularizar. Curvei-me e cantei, elogiando-o e rebaixando-me. Até que ele atirou a carteira: "Traz-me leitão assado do Douro. Agora." Atravessei a cidade, quilómetros de humilhação, apenas para ouvi-lo sussurrar o nome dela no sono: "Fiona... se voltares, eu cancelo o casamento..." O prato de leitão caiu das minhas mãos, a verdade brutal esmagando-me. Eu era uma ferramenta, um peão. Mas não importava. Ele era apenas o preço. [Progressão da missão: 99%. Tiago, aguenta mais um pouco. Eu vou trazer-te de volta.] Quem é Tiago? E porque esta mulher sofreria tanto por uma missão assim?”