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Arte Que Cura Dores

Capítulo 2 

Palavras: 943    |    Lançado em: 09/07/2025

om um frio agourento que n

sussurrando em antecipação. As pinturas de Maria estavam em exibição, ilumi

de tanto luxo. Pedro estava ao seu lado, mas parecia um estranho. Ele es

ovendo-se pela multidão como uma rainha em sua corte, aceitando cumprim

tona. Ele não parecia um homem celebrando sua cura mi

a mão dele, mas ele

isas com Sofia" , ele disse, e se af

iluminou o pequeno palco onde um leiloeiro sorri

presentar uma coleção única, as obras da artista Maria, que, como muitos de vocês sa

to de esperança. Talvez ela tivesse imaginado coisas. Talvez Pedr

ia pegou o

eu irmão e eu estamos muito felizes em tê-los aqui. No entanto, antes de começarmos

. A mudança no tom de Sof

dão, "é, sem dúvida, uma mulher de grande... imaginação. Tão grande,

sos e chocados. Maria sentiu centenas de ol

de talento. São sintomas. Provas da frágil condição mental de Maria. Ela acredita honestamente que

ramática, deixando a

Maria se afundava em sua própria fantasia. E nós, por amor e preocupação, seguimos o

tão perfeitamente executada, qu

Pedro. "Pedro, qu

o, e finalmente seus olhos encontraram os de Maria. Havia uma agonia

microfone. S

... eu fui enganado pela minha própria esperança. E Maria... ela não está bem. Es

ulmões de Maria. O zumbido em seus ouvidos ficou

ão. Trai

demais para descrev

la deu um passo à frente, cambaleando. "Ped

mas que ele se lembrasse do amor, do sacrifício, das noites em que ela segurou sua mão enquanto a feb

apaz de encará-la. Foi a s

niciar um pequeno jogo. Em vez de um leilão, faremos uma... limpeza. Maria, já que você as criou, achamos

, uma tortura psicológica

com um fascínio mórbido, como se estivessem ass

ais privada. Era um es

sonhos e de sua própria força vital. O lago de águas calmas. A fl

la salvara, estava no palco, sancionan

tes se tornaram borrões ofuscantes. As vozes

ir foi o rosto de Pedro, contorcido em uma máscara de d

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Arte Que Cura Dores
Arte Que Cura Dores
“Eu, Maria, a pintora dos sonhos, transformava visões noturnas em telas vibrantes, cada pincelada infundida com minha própria força vital, uma magia de cura que ninguém mais entendia. Meu amado Pedro, antes à beira da morte, renascia a cada quadro, a cor voltando ao seu rosto, a vida em seus olhos, um milagre que só a minha arte podia conceder. Mas, na noite do tão esperado leilão de caridade - o palco do nosso triunfo -, fui brutalmente exposta, não como artista genial, mas como uma louca delirante. Sua irmã, Sofia, com um sorriso predatório, me apontou para a multidão, enquanto Pedro, o homem que salvei, confirmava a farsa, chamando meu amor de "doença" e minhas criações de "rabiscos de uma mente perturbada". Com cada palavra, eles arrancavam um pedaço da minha alma, condenando-me, uma a uma, a destruir minhas próprias obras-primas, nascidas da minha carne e sangue. A humilhação era pública, a dor insuportável, a traição de Pedro se gravava em mim, enquanto eu observava minha vida se desintegrar sob o olhar cúmplice da sociedade. Dizia-se que eu era uma fraude, uma louca que pintava com o próprio sangue, e até mesmo meu grande amor, Pedro, acreditou na versão deles, abandonando-me ao meu destino. Mas a verdade, ah, a verdade, ela tinha cores muito mais vivas e um poder que nem mesmo a descrença mais cruel poderia apagar. No auge do meu desespero, os quadros que nasceram de mim se revelaram, não como simples pinturas, mas como espelhos de uma realidade incontestável, expondo a manipulação e a crueldade que me cercavam, e chamando a si mesmos.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10