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Arte Que Cura Dores

Capítulo 3 

Palavras: 1276    |    Lançado em: 09/07/2025

te de amônia. Alguém estava ag

onge do salão principal. A música abafada e os murmúrio

é sobre ela, com

a acordou. O show quas

memória do que aconteceu no palco a at

á Pedro?" , ela per

ília" , respondeu Sofia friamente. "Ele está explicando aos nossos co

mo um insulto. Eles estavam sentind

pernas tremiam. "Eu p

bloqueando seu caminho. "Você j

nsformou em uma raiva fria. "

de surpresa nos olhos de Sofia. Mas fo

de suas pinturas mágicas? Ah, espere,

acendeu o pânico. "O q

cruel. "Como você desmaiou e não pôde escolher, eu tive que tomar a d

o, as noites em claro para criá-la, tudo sendo

isfeito de sua algoz, e a raiva lhe de

lado com força. Sofia tr

monstro" , c

. Ela viu os convidados se despedindo, alguns olhando para ela

ndo com um pequeno grupo de pessoa

gritou, correndo

evidente. As pessoas com quem ele estava

a uma cena" , ele disse em

na frente de todas essas pessoas! Você chamou meu amor por

subindo, atrain

eu braço se tornando doloroso. "Sofia me convenceu...

to. "No fundo do seu coração, você sabe que eu te salvei! Olhe para m

iou o olhar, seu rosto uma

e, as palavras parecendo ensaiadas. "Você pr

ndo, chamados por um aceno discreto de Sofia, que agora estav

a. Eles iam trancá-la. Eles

aperto de Pedro, mas e

olta!" , ela gri

da um pegou um de seus braços.

-se" , disse um deles, sua v

ra longe, para fora do salão,

um milhão de pedaços. Ele apenas ficou lá, observando, com o ros

para o ar frio da noite. A luta ti

os s

em a porta. Ninguém entra ou sai sem a min

ram a entrar

a e viu o prédio do leilão se distanciando. Aquele lugar, que

com ela. A humilhação pú

estava long

ores silenciosos até uma parte da casa que ela nunca tinha visto. Era um

to e definitivo. O som da chave girando na fe

rades eram grossas e frias. Lá fo

Uma prisioneira em

abriu novamente. Sofia

as pinturas. A

lete que um dos seguranç

"Pedro se sentiu culpado por ter destruído a primeira sem a sua... participa

a cidade que ela construiu em seu

, Sofia?" , perguntou Ma

sse Sofia. "Ou então, vamos continuar destruindo suas 'obras-primas' , uma

para ela, era para Pedro também. Uma forma

ma caixa de fós

emos as outras. Ou você pode se recusar, e nós a destruiremos de uma forma m

rancando a po

que era um pedaço de sua alma e a caixa de fó

ra a pintura, para as torres flutuantes contra u

. Suas mãos tremiam tanto que

ria criação. Seu

nível de crueldade que ela não achav

O cheiro de enxofre

de seus lábios, um

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Arte Que Cura Dores
Arte Que Cura Dores
“Eu, Maria, a pintora dos sonhos, transformava visões noturnas em telas vibrantes, cada pincelada infundida com minha própria força vital, uma magia de cura que ninguém mais entendia. Meu amado Pedro, antes à beira da morte, renascia a cada quadro, a cor voltando ao seu rosto, a vida em seus olhos, um milagre que só a minha arte podia conceder. Mas, na noite do tão esperado leilão de caridade - o palco do nosso triunfo -, fui brutalmente exposta, não como artista genial, mas como uma louca delirante. Sua irmã, Sofia, com um sorriso predatório, me apontou para a multidão, enquanto Pedro, o homem que salvei, confirmava a farsa, chamando meu amor de "doença" e minhas criações de "rabiscos de uma mente perturbada". Com cada palavra, eles arrancavam um pedaço da minha alma, condenando-me, uma a uma, a destruir minhas próprias obras-primas, nascidas da minha carne e sangue. A humilhação era pública, a dor insuportável, a traição de Pedro se gravava em mim, enquanto eu observava minha vida se desintegrar sob o olhar cúmplice da sociedade. Dizia-se que eu era uma fraude, uma louca que pintava com o próprio sangue, e até mesmo meu grande amor, Pedro, acreditou na versão deles, abandonando-me ao meu destino. Mas a verdade, ah, a verdade, ela tinha cores muito mais vivas e um poder que nem mesmo a descrença mais cruel poderia apagar. No auge do meu desespero, os quadros que nasceram de mim se revelaram, não como simples pinturas, mas como espelhos de uma realidade incontestável, expondo a manipulação e a crueldade que me cercavam, e chamando a si mesmos.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10