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Minha Vingança, Nosso Recomeço

Capítulo 4 

Palavras: 828    |    Lançado em: 09/07/2025

ora uma mortalha colorida. Por um segundo, o tempo congelou. O s

inferno

UC

m de pura angústia e acusação, uma performance m

U VI! ELE A

hoque, depois de desconfiança, e finalmente, de ódio. Eu estava para

do de seus lábios. "Meu Deus! Meu filho! O que você

lhou-se e gritou: "Ela não está r

ritar, a chorar. Alguns pegaram seus celulares, não para liga

guém gritou no

se espalho

assi

u a própr

nst

ndiferença. Eu precisava que a raiva deles cresces

tiça, abriu caminho pela multidão. Seus olhos, que antes

de," ele implorou, a voz falhando

omem que eu mais respeitava

e sem emoção. "Ela não parava

como se eu o tivesse socado. A dor em seus olhos era uma

gora tinha certeza da minha culpa. Um homem mais exaltado avançou e me deu

ntando me proteger, mas ele

do plano. Eu precisava ser a vítima, o vilão condenado por

lla deu o go

sa. Momentos depois, a grande tela que estava passando um

anulada, mas clara o suficiente. Mostrava a varanda. Mostrava a menina subindo na

sono. Era a prova irrefut

aptou o som. A voz da menina, pequena

i, nã

ava chorando, agora uivava de dor. Meu pai olhou para mim, não mais com do

do. Destruído. Exatamente

ritou, o rosto distorcido pela fa

ade, o gosto de sangue na boca. Eu sorri para ela, um sorriso ens

A multidão, furiosa com minha fal

mais próximas desta vez. Vários carros de p

o um terno impecável que não combinava com o caos ao redor. El

nspetor

e. Um homem que eu conhecia do meu tempo como promoto

ça final do

enfurecida, para Isabella e Dona Ana chorando, e

nem condenação. Apenas uma c

mas que cortou o barulho da multi

es estavam em posição. O segund

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Minha Vingança, Nosso Recomeço
Minha Vingança, Nosso Recomeço
“O cheiro de desinfetante e o 'bip' constante da máquina. Na TV da enfermaria da prisão, o repórter falava de mim, Lucas, o promotor que matou a própria filha. Minha Sofia. Meu mundo. Destruído pelas mãos de Isabella, a mulher que amei, e de Dona Ana, minha própria mãe. Elas forjaram as provas, me drogaram, e eu fui condenado por um crime que não cometi. Senti o veneno que injetei subir pelas minhas veias, um fim solitário e injusto. Mas, de repente, uma luz! Um grito metálico! E eu abri os olhos. Estava de volta. Três anos no passado, no dia em que tudo começou. Meu celular vibrou: Isabella. A mesma ligação fatídica. Dessa vez, não. A raiva me consumia, mais forte que a morte. Eu não era mais a vítima. Eu era o carrasco. Quando Isabella veio com suas mentiras sobre Sofia, agarrei seu pescoço. "Você não vai tocar na minha filha. Não de novo." Soltei-a, mas a fúria ardia. Na delegacia, minha mãe fez seu show de preocupação, mas eu sabia. Ela era parte da conspiração. Na cela fria, eu não sentia desespero. Sentia sede de justiça. Eu seria a espada. O jogo tinha virado. Eu era o caçador.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12