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Meu Bebê, Minha Batalha

Capítulo 2 

Palavras: 565    |    Lançado em: 09/07/2025

pital ligou para agend

a semana," disse a enfer

tômago r

," disse eu, a minha voz a soar estranh

irei fundo. Prec

azia flores para a Sofia. Ele passou por mim

le até ao qu

recisamos

vaso, a sorrir para a nossa filha,

ão vês que estou a pas

arregada de aviso. Não faç

usesse a dormir e o

Tiago," disse eu, usando o nome do noss

"Já falámos sobre isto. O nome dele é irre

o. E ele não é um saco d

subiu, trému

a Sofia? Queres que ela saiba que a mãe de

verdade! Eu

de ser egoísta. Esta é a

ar a entrar na lista de espera nacio

m som amargo

e tu sabes disso! Porque é que estás a fazer isto? P

meu f

E a sua obrigação é pa

mente, não havia debate. Havia apen

a, eu fiz as malas. Uma pequena mal

eu pequeno cobertor azul. Cada item parecia um

batia descon

iria? O que

levar o meu filho para um lugar seguro, longe das facas e das agu

lhete na mes

isto. Levei o Tiag

iriam procurar. Pedro não

empo para pensar. Tempo para encont

mente no seu ovinho, saí sile

daquela casa era um pa

a, mas também sentia uma es

u estava a tomar uma decisão

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Meu Bebê, Minha Batalha
Meu Bebê, Minha Batalha
“O médico entregou o relatório: "Parabéns, Sra. Alves, 99.9% de compatibilidade." Meu coração gelou. Minha filha, Sofia, está morrendo de leucemia. A única esperança, disseram os médicos, era ter outro filho como doador. E agora, meu recém-nascido, Tiago, de apenas um mês, era a "solução". Meu marido Pedro e minha sogra Elvira viam-no como uma ferramenta, um "saco de peças sobresselentes". Implorei a Pedro para esperar, para procurar outras opções. A cirurgia era perigosa para um bebé tão pequeno. Mas ele lançou-me um olhar gélido: "Não foi para isso que o tivemos?" Fui acusada de egoísmo. De querer ver minha própria filha morrer. Para eles, Tiago não tinha nome, era apenas "a solução". Minha casa tornou-se um campo de batalha, eu era apenas um obstáculo no "plano divino" deles. Naquela noite, olhei para meu filho. Tão pequeno, tão indefeso. Eles iriam submetê-lo a uma cirurgia dolorosa, sem a menor consideração pela sua vida. Enquanto as lágrimas escorriam, uma angústia me suffocava. Ele era meu filho, não um objeto. Como podia a família que deveria proteger os seus filhos, estar disposta a sacrificar um para salvar o outro? Acusaram-me de ser uma mãe horrível, a ponto de Pedro ameaçar acionar a polícia e tirar meus filhos. Mas eu não podia. Não podia deixá-los fazer isso. Peguei Tiago e fugi, num ato desesperado para proteger o meu bebé. Encontrei refúgio na casa da minha irmã, Clara, a única pessoa em quem podia confiar. Mas sabia que Pedro não desistiria. Ele era implacável na sua missão, determinado a arrancar a medula do nosso filho. Eu tinha que lutar. Por Tiago. Pela minha própria sanidade. Mesmo que essa luta significasse destruir a imagem da minha família e enfrentar o homem que jurei amar. Será que conseguiria encontrar uma alternativa antes que fosse tarde demais? Ou seria forçada a sacrificar um dos meus filhos?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10